Sex, 04 de Junho de 2010 11:16 ORB
Soldados da borracha emocionam-se com treiler do filme de Eva Neide no Teatro Banzeiros na cidade de Porto Velho.
Eva Neide - " Eu imaginei esse momento muitas vezes em minha mente, de poder apresentar de antemão o treiler do filme para eles”, com esta frase, a cineasta acreana Eva Neide, procurou resumir o segundo encontro, com os soldados da borracha, que estiveram no teatro no Teatro Banzeiros, na cidade de Porto Velho, para assistir ao treiler do filme que fala da “saga dos arigós”.
A diretora radicada nos Estados Unidos da América – EUA, aproveitou a ocasião para relatar que a maior parte deles já perdeu a esperança de que essa pensão possa ser corrigida e aprovada, no Congresso Nacional. Diante da desesperança, ela resolveu exibir o treiler do filme para lhes dar um pouco de ânimo e dizer-lhes que não percam a esperança agora, porque ela acredita e quer que eles continuem acreditando também, neste sonho de serem reconhecidos pelo Governo Brasileiro. Confira na íntegra, a entrevista, que Eva Neide concedeu para os jornalistas rondonienses.
Drama dos soldados da borracha
Eva Neide – Senti muita alegria de poder estar realisando esse sonho, o meu e o deles. Me emocionou este momento e nao vejo a hora de poder mostrar a todos eles o filme terminado. Em 2007 eu filmei um grande número de soldados da borracha la na associacão de Porto Velho, inclusive alguns deles estão no trailer do filme, entao eu tive que voltar lá para mostrar o trabalho pra eles, pra que se sintam mais encorajados. Sonho com o dia quando o filme ficar pronto, poder encher um teatro inteiro com todos eles e suas familias, fazer uma premiere pra eles e tê-los nos primeiros assentos, com muita honra e consideração por todos os presentes. Ja imaginei varias vezes este evento em minha mente e tenho fe que quando chegar o momento eu vou obter ajuda e apoio local das autoridades e empresários pra fazer esta apresentação no Acre e nos outros estados onde eles se encontram.
A esperança é a última que morre
Eva Neide: É muito fácil para uma pessoa jovem acreditar num sonho quando ela tem todo o tempo do mundo pela frente, quando ela está com saúde e disposição, mas estes homens ja perderam o sonho de que algo mudará para eles depois de 67 anos de esquecimento, debilitados pela pobreza, doenças, vivendo nas condicoes precárias em que viveram sua vida inteira e ainda vivem. Agora eles nao teem mais força pra lutar, pra buscar ajuda, pra gritar para o mundo os seus direitos, então no que depender de mim eu vou gritar por eles, vou gritar pelo meu pai, e por todos os filhos de soldados da borracha os quais foram tão vítima dessa negligência e descaso tanto quanto os soldados da borracha eles mesmo. Se depender de meu esforço eles obterão essa pensão porque eu nao vou desistir. Vou fazer tudo o que eu puder através de meu trabalho com este filme e através dos veículos de comunicação que me forem apresentados, agora nao vou parar mais, será agora ou nunca. Meu pai e todos eles estão precisando desesperadamente dessa pensão. É cruscial que isso nao demore mais do que ja demorou.
Apoio da sociedade amazônida
Eva Neide - Também é preciso ajudar o sindicato dos Soldados da Borracha caso eles precisem de apoio. Contrário do que muitos possam estar pensando, o sindicato dos soldados da borracha nao recebe um apoio devido, para se ter um exemplo, aparentemente somente o sindicato de Porto Velho está organizado hoje (SINDSBOR) Aparentemente em Rio Branco, Manaus e Belem não existem sindicatos dos soldados da Borracha, ou se existem não estão organizados.
O sindicato dos soldaos da borracha em Rondônia esta fazendo esforço pra poder levantar essa bandeira, para que os soldados da borracha possam ser ouvidos. O atual presidente do sindicato de Porto Velho, o Sr. Claudionor F. Lima, me contou em detalhes sua luta lá com o sindicato. Ele me contou que estava indo pra Brazilia para buscar os direitos deles, e que para essa viagem ate lá, eles haviam sido prometido uma caravana que levaria vários soldados da borracha para se apresentar em Brasília, prometeram um onibus onde até médico teria, mas no final das contas, nada apareceu e ele teve que comprar passagens caras de avião de última hora pra ele e o advogado do sindicato, para assim se apresentar em Brasilia no dia 11 de Maio passado.
Ele lamentou que não pôde levar um grupo de soldados da Borracha com ele, como era o objetivo, então teve que ir sozinho mesmo. Ele me disse que no fim das contas o sindicato teve que arcar com todas as despesas de viagens e hotéis, as quais foram pagas pelos os própios soldados da borracha, através de suas pequenas mensalidades como associados. A ajuda prometida nao veio. Eu fico Triste de ver que ainda não existe um sistema de apoio para o sindicato dos soldados da borracha.
Eu sei que existem tantos meios de fazer as coisas acontecerem em nossa região, ha tantas passagens doadas por aí, tantas despesas sendo custiadas, doaçöes pra isso e pra aquilo, etc... Então eu anseio que eles possam receber algum tipo de apoio de nossos representantes nesta causa deles, a qual a cada dia esta virando a causa de todos nós. Espero que alguem se sensibilise de verdade com essa situaçâo e apoie o sindicato dos soldados da borracha. Eles merecem nosso esforço e apoio, sozinhos fica muito difícil para eles lutarem por seus direitos.
Papel da entidade
Eva Neide - Em Rio Branco, Belém, e Manaus até a data que filmamos em 2007, nao encontrei nenhum sindicato organizado. Isso significa que os soldados da borracha dessas regiões nao têm nenhum apoio nem orientação. Por examplo na questão da iniciativa que o Sindicato de Porto Velho está fazendo para receber uma idenização do governo brasileiro pelos os anos de negligência, segundo o presidente do sindicato, o Sr. Claudionor F. Lima, se caso essa idenização for concedida, ela se extenderá somente aos soldados da borracha que estiverem sindicalizados, associados ao sindicato, visto que essa causa da idenização está sendo uma iniciativa do sindicato e para leva-la adiante é necessário o apoio dos membros afiliados. Entao eu imagino, a tirar pelo o meu próprio pai que desconhecia essa informação, que os soldados da borracha do Acre, Amazonas e Para talvez também não estão informados disso. Segundo o Sr. Claudionor será preciso que o sindicato de Rondonia se expanda para poder assim atingir os soldados da borracha das outras regiões. Eu tomo a liberdade aqui de informar aos soldados da borracha do Acre, Amazonas, Pará, e nas regiões onde eles existem, que procurem junto com suas familias se informar sobre mais detalhes com o Sindicato dos Soldados da Borracha de Porto Velho (SINDSBOR), caso não encontrem outro meio de apoio a essa informaçâo em sua região. Fica aqui abaixo o endereco pra contato que me foi dado pelo o Sr Claudionor F. Lima, o presidente atual do sindicato de Rondonia, e o qual tem informações adicionais importantes para passar para eles neste momento sobre as questões da aposentadoria e sobre a questão da indenização, as quais, vale ressaltar aqui para nao haver confusão, sao duas causas independentes, nao tendo uma nada a ver com a outra. Eu sugeri ao Sr Claudionor que procurasse a imprensa para passar essas informações importantes para os soldados da borracha das outras regiões, e ele confirmou que o fara em breve. Espero que a imprensa local lhe conceda essa oportunidade de divulgação.
Apelo ao Congresso Nacional
Conclusão da diretora: Eu como cineasta não posso só ficar parada olhando o desfecho das coisas, preciso me involver e ajudar da maneira que posso atraves de meu trabalho. É essa a diferenca de se estar dirigindo um filme de ficção e um filme documentário. Eu me sinto na responsabilidade de me involver da maneira que qualquer cineasta dirigindo um filme como este meu se involveria. Acredito que meu esforço será relevante. Quando eu comecei a concretizar este projeto na minha primeira viagem de pesquisa no ano 2000 ninguem nem ouvia falar dos soldados da borracha, era uma história adormecida e esquecida. Fico feliz que isto esta mudando, e vai mudar mais ainda, espero com este filme poder ajudar a tirá-los do anonimato. Esta causa está alem de meu trabalho como cineasta, virou uma causa humanitária para mim. Meu esforço irá além do meu desejo de mostrar meus dotes como realisadora, porque foi meu lado humano que se envolveu nessa história, pela parte sensível que me toca sendo eu filha de um deles. É tambem para mim muito importante fazer algo de significante em minha vida que possa ajudar a mudar alguma coisa pra melhor e fazer a diferenca. Esse é meu maior objetivo com este filme.
Contato da diretora e do filme “Soldados da Borracha”
Site do filme: www.soldadosdaborracha.com: soldadosdaborrachafilme@gmail.com
E-Mail
domingo, 6 de junho de 2010
Pré-candidatos ao Senado serão entrevistados no Boca no Microfone na Gazeta FM
Pré-candidatos ao Senado serão entrevistados no Boca no Microfone na Gazeta FM
Sáb, 05 de Junho de 2010 23:54 NELSON LIANO JR.
Mais uma rodada de sabatinas políticas para orientar os eleitores acreanos. Esse foi o objetivo do quadro Boca no Microfone, do programa Toque e Retoque, da GAZETA FM, quando convidou os quatro pré-candidatos ao Senado para serem ouvidos, nesta semana. Os jornalistas Eliane Sinhasique e Nelson Liano Jr. questionarão Sérgio Petecão (PMN), Edvaldo Magalhães (PCdoB), Jorge Viana (PT) e João Correia (PMDB) sobre as razões para representarem o povo acreano no Senado. Como sempre acontece no quadro, os ouvintes poderão participar das entrevistas fazendo perguntas por telefone ou por e-mail.
Depois da grande audiência e repercussão das entrevistas com os pré-candidatos ao Governo, os postulantes ao Senado poderão expor suas idéias. “Queremos que os nossos ouvintes fiquem bem informados e possam fazer suas escolhas eleitorais conscientes. Vamos aproveitar a nossa audiência para colaborar com a democracia acreana. Como a disputa para o Senado promete ser intensa é preciso que os eleitores conheçam bem os candidatos que disputam o cargo. Todos terão oportunidades iguais para apresentarem suas idéias durante os programas”, disse Eliane Sinhasique.
O calendário de entrevistas prevê Sérgio Petecão na segunda-feira, dia 7. Na seqüência, Edvaldo Magalhães na terça, Jorge Viana na quarta e João Correia encerra o ciclo na quinta-feira, dia 10. O Boca no Microfone vai ao ar de segunda à sexta, das 15h às 16h. As perguntas poderão ser feitas à produção do programa pelo telefone 3223-9393 ou através do e-mail: bocanomicrofone@gmail.com
Sáb, 05 de Junho de 2010 23:54 NELSON LIANO JR.
Mais uma rodada de sabatinas políticas para orientar os eleitores acreanos. Esse foi o objetivo do quadro Boca no Microfone, do programa Toque e Retoque, da GAZETA FM, quando convidou os quatro pré-candidatos ao Senado para serem ouvidos, nesta semana. Os jornalistas Eliane Sinhasique e Nelson Liano Jr. questionarão Sérgio Petecão (PMN), Edvaldo Magalhães (PCdoB), Jorge Viana (PT) e João Correia (PMDB) sobre as razões para representarem o povo acreano no Senado. Como sempre acontece no quadro, os ouvintes poderão participar das entrevistas fazendo perguntas por telefone ou por e-mail.
Depois da grande audiência e repercussão das entrevistas com os pré-candidatos ao Governo, os postulantes ao Senado poderão expor suas idéias. “Queremos que os nossos ouvintes fiquem bem informados e possam fazer suas escolhas eleitorais conscientes. Vamos aproveitar a nossa audiência para colaborar com a democracia acreana. Como a disputa para o Senado promete ser intensa é preciso que os eleitores conheçam bem os candidatos que disputam o cargo. Todos terão oportunidades iguais para apresentarem suas idéias durante os programas”, disse Eliane Sinhasique.
O calendário de entrevistas prevê Sérgio Petecão na segunda-feira, dia 7. Na seqüência, Edvaldo Magalhães na terça, Jorge Viana na quarta e João Correia encerra o ciclo na quinta-feira, dia 10. O Boca no Microfone vai ao ar de segunda à sexta, das 15h às 16h. As perguntas poderão ser feitas à produção do programa pelo telefone 3223-9393 ou através do e-mail: bocanomicrofone@gmail.com
"O voto do cidadão vale muito mais que uma dentadura", diz ArquilauPresidente do TRE
"O voto do cidadão vale muito mais que uma dentadura", diz ArquilauPresidente do TRE aconselhou os partidos políticos para não terem problemas com a Justiça Eleitoral durante as eleições. “É preciso ter ética e consciência para não se comprometer com o que é errado".Nelson Liano Jr.
Presidente do TRE/AC, Arquilau de Castro Melo/Foto:Odair Leal
Na semana que começam as convenções partidárias para a indicação dos candidatos às eleições 2010, o presidente do TRE-AC, Arquilau de Castro Melo, conversou com exclusividade com A Gazeta.
O desembargador criticou a legislação eleitoral e admitiu que o judiciário teve que assumir prerrogativas do Congresso Nacional por conta de um conjunto de leis contraditórias.
Ele culpou os próprios políticos pela judicialização do processo eleitoral por não terem feito a reforma política necessária. “A legislação é uma colcha de retalhos e nós somos provocados para resolver as questões duvidosas,” afirmou.
Arquilau explicou os motivos do referendo do fuso horário acontecer no segundo turno, a questão do “Ficha Limpa”, se vale ou não para as eleições 2010, o processo para registros das pesquisas de intenção de votos e as medidas do TRE-AC para proibir os abusos de poder econômico durante a campanha.
Pesquisas eleitorais
Segundo Arquilau, as eleições no Acre terão um custo de R$ 4 milhões, sendo R$ 1 milhão, para a realização do Referendo do Fuso Horário, no segundo turno.
Quanto à realização das pesquisas de opinião pública registradas no TRE-AC, o desembargador, esclareceu: “Qualquer empresa que chegue ao Tribunal com uma pesquisa nós registramos. Num primeiro momento não vamos verificar a metodologia e a origem da sondagem.
Damos o número de registro para a divulgação. No entanto, se alguém se sentir prejudicado por uma pesquisa pode acionar o TRE. Aí nós vamos fazer uma verificação detalhada de todo o processo para se alcançar aquele resultado.
Se houver fraude ou manipulação dos números a multa é muito pesada cabendo, inclusive, outras sanções. Mas nós temos que ser provocados para agirmos,” avisou.
Convenções partidárias
O período para a definição das candidaturas começa na próxima quinta-feira, dia 10 e, se encerra no dia 30 de junho. A campanha eleitoral com direito a propaganda política só no dia 5 de julho. “Nessa data começa de fato a propaganda de rua e os comícios. Até lá está proibido.
Nesse período os partidos devem juntar todas as documentações para o pedido de registros dos candidatos. Durante o mês de junho eles são ainda pré-candidatos porque o TRE precisa confirmar as candidaturas que podem passar por eventuais impugnações.
O Ministério Público também pode impugnar candidaturas que não possam representar os partidos por uma série de motivos. Por isso, a partir da próxima semana vamos fazer reuniões com todos os partidos para orientar sobre as documentações necessárias para a confirmação das candidaturas. Tem que ter certidões de todas as instâncias necessárias,” orientou.
Período pós-convenções
Outra questão esclarecida pelo desembargador se refere aos procedimentos dos candidatos depois de passarem pelas convenções partidárias. Após a Convenção eles já são candidatos?
“Na verdade a lei anterior era melhor. Ela dizia que feita a convenção todo mundo já era candidato porque a Justiça Eleitoral nada mais faz do que registrar. A gente sabe que nos bastidores tem muita gente fazendo campanha há muito tempo e, na verdade, isso deveria ser previsto.
Nos Estados Unidos os candidatos saem um ano antes e já pedem votos. Aqui é uma hipocrisia porque os nomes são postos e a população já sabe.
Pessoalmente acho que o sujeito deveria assumir desde logo e dizer que é candidato. Mas por outro lado a lei quer que a partida seja dada num determinado momento para evitar que uma pessoa que tenha mais recursos financeiros saia antes e um jovem que queira entrar na política fique desestimulado.
A lei quer que haja uma igualdade em todo pleito. Por isso proibiu os showmícios . Na verdade, quem tinha recursos contratava os cantores para atrair mais gente para o seu comício. Vamos buscar a isonomia e a igualdade,” argumentou.
“Ficha Limpa”
O projeto de lei, aprovado pelo Congresso Nacional, foi sancionado pelo presidente Lula (PT), na última sexta-feira. Com isso ficam proibidos os condenados pela Justiça de serem candidatos.
Arquilau explica quando a lei passará a valer. “É uma grande interrogação. Quem vai decidir se vale ou não para as eleições 2010 é o Supremo Tribunal Federal. Tenho impressão que não vai valer porque os políticos não deliberaram sobre isso. A Constituição diz que leis que tratam dos processos de eleições têm que ser aprovada no ano anterior. Mas é uma discussão jurídica delicada.
Tem que saber se a lei é de caráter processual ou material. Dependendo do entendimento do Supremo de que a lei é de caráter processual ela poderá valer, mas se for uma lei eleitoral não vai valer.
Acredito que a sociedade civil deverá pressionar para que haja uma interpretação para já valer nestas eleições. Por enquanto, há uma zona cinzenta para a definição. É uma dúvida que o próprio TSE vai deixar a decisão para a Suprema Corte,” esclareceu.
Judicialização das eleições
Alguns políticos têm criticado a Justiça Eleitoral brasileira pelo rigor nas interpretações das leis. Arquilau, revela a sua visão sobre o assunto.
“A legislação eleitoral brasileira precisa de reformas profundas. Quando a lei diz que fulano deve se descompatibilizar para o que é? Para fazer política obviamente e, depois, paradoxalmente, ele é impedido de fazer política. É uma contradição muito grande. Ele não pode exercer o cargo que vinha exercendo.
Saiu para se candidatar, mas não pode falar nada. É uma lei que precisa de ajuste. É preciso trocar toda a legislação eleitoral porque foi sendo mudada aos pedaços. Uma emenda aqui e outra acolá. O governador pode concorrer a uma eleição sem se descompatibilizar e o secretário, que tem menos poder, não pode continuar nas suas funções e ser candidato.
São coisas sem sentido e sem lógica. O chefe maior pode e o cargo de terceira categoria tem que se descompatibilizar. O Congresso vai achando um jeito de legislar e no final fica essa colcha de retalhos em que as coisas não batem com as outras. A gente fica como juiz tentando encontrar a melhor interpretação,” confessou.
Quanto a uma possível troca de papéis entre o legislativo e o judiciário, o desembargador avalia: “Na verdade a Justiça passou a ter um papel mais efetivo nesta eleição. Isso se dá por conta dessa legislação truncada que não estabelece regras claras.
A Justiça é chamada a resolver os conflitos que surgem. É um fato que os políticos colocaram às nossas mãos de decidir muita coisa porque a legislação se contradiz.
A Justiça acaba assumindo certos papéis que o Parlamento teria que ter legislado. Eles reconhecem que a Justiça tem assumido esse papel por culpa do Congresso que deixou várias brechas por não legislar de forma coerente e a Justiça é chamada toda hora para responder perguntas.
É um emaranhado de leis que não se entende. É difícil fazer uma reforma política e, me parece, que não vão fazer. Pelo que tudo indica o Congresso não vai sair uma legislação com começo, meio e fim porque os partidos nunca chegam a um acordo. A atual legislação foi feita mais para resolver questões pontuais. Isso é uma complicação grande,” ressaltou.
Reforma Política
O presidente do TRE, devolve as críticas aos políticos em relação à participação da Justiça no processo eleitoral. “Eles reclamam, mas são eles mesmos que nos provocam para tirar dúvidas. Quem nos aciona mais são os próprios políticos e depois há uma reclamação de que a Justiça está se envolvendo.
Na verdade os partidos são muito frágeis administrativamente e desorganizados como instituição. A gente melhoraria muito a legislação eleitoral se fortalecêssemos os partidos.
Teria que ter listas partidárias e não se votar em candidatos. Apoio essa Idéia. Os partidos escolheriam os seus melhores quadros por prioridade eleitoral e os eleitores votariam nas legendas. Dependendo do número votos entrariam os primeiros das listas. Reforçando os partidos a gente faria uma política de melhor qualidade.
Não execro os políticos. Tem muitos que querem fazer o correto e ajudar a sociedade. Mas também é um campo que atrai pessoas que querem poder a qualquer custo. O poder faz coisas que só a imaginação é capaz de definir,” avaliou.
Punições eleitorais no Acre
Por enquanto, segundo o presidente do TRE, o processo eleitoral no Estado caminha tranqüilo. “Até agora não teve crimes. O que nós andamos julgando foi propaganda antecipada. A punição para isso é só multa.
A Justiça Eleitoral não pode fazer mais porque ainda não tem candidatos. As pré-candidaturas lançados são apenadas por multas e algumas já foram punidas,” garantiu.
Título eleitoral
Outra questão delicada, segundo Arquilau, se refere à nova exigência dos eleitores precisarem do título eleitoral e de um documento com foto. “A mini-reforma está exigindo dois documentos. Na verdade isso é um retrocesso. Eles alegam que isso evitaria fraude, mas eu não sei se essa fraude seja significativa.
A determinação pode aumentar a abstenção, principalmente, no interior porque o sujeito perdeu o documento. Agora, nós vamos cumprir, mas vou pedir aos presidentes de mesas que não havendo impugnação, sendo pessoas conhecidas e todos estando de acordo não se impeça ninguém de votar.
Chega um índio conhecido de todos, por que vamos impedir ele de votar? Isso tem que ser levado com muito bom senso, não a ferro e fogo. Se for assim nós vamos ter muitos problemas no Brasil inteiro.
Pessoalmente vou procurar a secretária de segurança do Acre para ver se dinamizamos a entrega dos documentos de identidade. Temos o Projeto Cidadão que trabalha, mas ainda tem muita gente sem os documentos.
Espero que os mesários e fiscais cobrem, mas também tenham bom senso para resolver as questões que vão surgir. Vai haver uma campanha publicitária nacional do TSE tentando esclarecer.
Acho que só o processo novo da biometria vai resolver a questão das fraudes. O sujeito chega coloca o polegar e aparece a fotografia. No Acre, vamos ter a biometria em Bujari e Assis Brasil,” ponderou.
Referendo do Fuso Horário
Os acreanos decidirão se querem permanecer com o mesmo fuso horário. O TRE-AC decidiu colocar o referendo no segundo turno. Arquilau recebeu algumas críticas pela decisão.
“O homem público tem que saber enfrentar essas críticas porque fazem parte da democracia, desde que não sejam pessoais. Respeito os pontos de vistas contrários a interpretação do TRE.
Mas na eleição anterior com seis candidatos, em 2002, teve uma urna no Acre que fechou às 23h30. Teve tanta irritação e confusão na fila que foi preciso chamar a polícia. O TSE nos orientou para trabalhar com uma outra urna para não misturar referendo com eleição.
Se der um problema no referendo poderia contaminar a eleição nacional. Então, por motivo de segurança, haverá duas urnas e duas cabines. O eleitor votará nos candidatos e depois, numa outra urna, no referendo. Nós fizemos uma simulação no TRE e deu cerca de 2 minutos e 30 segundos por cada pessoa que votava.
Nós calculamos que a eleição no Acre terminaria uma hora da manhã. O TSE ficou preocupado com isso porque tem interesse de divulgação rápida.
A eleição presidencial enquanto não sair o resultado do Acre não fecha. O Brasil inteiro ficaria esperando. Temos uma propaganda da grande da rapidez do nosso processo de votação e apuração. Isso poderia prejudicar a imagem do Acre perante o Brasil. Optamos por essa solução por orientação do TSE,” defendeu-se.
Quanto ao fato de estar desrespeitando uma lei aprovada no Congresso, o desembargador, ponderou. “Até agora não houve nenhuma comunicação da mesa diretora da Câmara Federal. O referendo é um decreto legislativo para que a consulta ocorra na primeira eleição após o decreto.
Nós interpretamos o segundo turno como sendo a mesma eleição. Tomamos por base uma lei federal que está acima do decreto legislativo que afirma que cabe à Justiça Eleitoral fixar a data dos referendos e confeccionar as respectivas cédulas. A rigor o decreto nem poderia dizer se a consulta popular seria na próxima eleição por haver um decreto superior da Justiça Federal.
O Congresso aprova, mas é a Justiça que tem os instrumentos para realizar a consulta. No entanto, no nosso caso foi uma questão técnica. O referendo vai acontecer de qualquer maneira com segundo turno ou não,” garantiu.
Conselho aos partidos políticos
O presidente do TRE aconselhou os partidos políticos para não terem problemas com a Justiça Eleitoral durante as eleições. “É preciso ter ética e consciência para não se comprometer com o que é errado. Todos sabem se estão pisando num local certo e se aquele tipo de comportamento é vetado pela lei. Mas antes disso, qualquer pessoa que tenha bons propósitos sabe o que é errado.
O voto do cidadão vale muito mais que uma dentadura, um óculo, um emprego, etc. Outro dia ouvi de um político que uma pessoa foi pedir um óculos e ele disse que o voto valia muito mais do que isso. ‘O voto vale quatro anos de mandato e posso fazer o que quiser com ele porque te comprei e você me vendeu’ disse o político.
Quem compra voto se mete em outras sujeiras seja no executivo ou no legislativo. A gente espera que os políticos façam política. Ninguém vai querer ser o xerife de eleição. Não vamos satanizar os políticos. Não é esse o nosso papel vamos ficar observando as regras. Soltaremos cartilhas de orientação para ver se a gente tenta ajudar.
A democracia tem esse preço de dinheiro e de lutar contra as mazelas. Nós já melhoramos muito porque já fomos um país muito mais atrasado,” finalizou.
Fonte:A Gazeta do AcreVeja mais cont
Presidente do TRE/AC, Arquilau de Castro Melo/Foto:Odair Leal
Na semana que começam as convenções partidárias para a indicação dos candidatos às eleições 2010, o presidente do TRE-AC, Arquilau de Castro Melo, conversou com exclusividade com A Gazeta.
O desembargador criticou a legislação eleitoral e admitiu que o judiciário teve que assumir prerrogativas do Congresso Nacional por conta de um conjunto de leis contraditórias.
Ele culpou os próprios políticos pela judicialização do processo eleitoral por não terem feito a reforma política necessária. “A legislação é uma colcha de retalhos e nós somos provocados para resolver as questões duvidosas,” afirmou.
Arquilau explicou os motivos do referendo do fuso horário acontecer no segundo turno, a questão do “Ficha Limpa”, se vale ou não para as eleições 2010, o processo para registros das pesquisas de intenção de votos e as medidas do TRE-AC para proibir os abusos de poder econômico durante a campanha.
Pesquisas eleitorais
Segundo Arquilau, as eleições no Acre terão um custo de R$ 4 milhões, sendo R$ 1 milhão, para a realização do Referendo do Fuso Horário, no segundo turno.
Quanto à realização das pesquisas de opinião pública registradas no TRE-AC, o desembargador, esclareceu: “Qualquer empresa que chegue ao Tribunal com uma pesquisa nós registramos. Num primeiro momento não vamos verificar a metodologia e a origem da sondagem.
Damos o número de registro para a divulgação. No entanto, se alguém se sentir prejudicado por uma pesquisa pode acionar o TRE. Aí nós vamos fazer uma verificação detalhada de todo o processo para se alcançar aquele resultado.
Se houver fraude ou manipulação dos números a multa é muito pesada cabendo, inclusive, outras sanções. Mas nós temos que ser provocados para agirmos,” avisou.
Convenções partidárias
O período para a definição das candidaturas começa na próxima quinta-feira, dia 10 e, se encerra no dia 30 de junho. A campanha eleitoral com direito a propaganda política só no dia 5 de julho. “Nessa data começa de fato a propaganda de rua e os comícios. Até lá está proibido.
Nesse período os partidos devem juntar todas as documentações para o pedido de registros dos candidatos. Durante o mês de junho eles são ainda pré-candidatos porque o TRE precisa confirmar as candidaturas que podem passar por eventuais impugnações.
O Ministério Público também pode impugnar candidaturas que não possam representar os partidos por uma série de motivos. Por isso, a partir da próxima semana vamos fazer reuniões com todos os partidos para orientar sobre as documentações necessárias para a confirmação das candidaturas. Tem que ter certidões de todas as instâncias necessárias,” orientou.
Período pós-convenções
Outra questão esclarecida pelo desembargador se refere aos procedimentos dos candidatos depois de passarem pelas convenções partidárias. Após a Convenção eles já são candidatos?
“Na verdade a lei anterior era melhor. Ela dizia que feita a convenção todo mundo já era candidato porque a Justiça Eleitoral nada mais faz do que registrar. A gente sabe que nos bastidores tem muita gente fazendo campanha há muito tempo e, na verdade, isso deveria ser previsto.
Nos Estados Unidos os candidatos saem um ano antes e já pedem votos. Aqui é uma hipocrisia porque os nomes são postos e a população já sabe.
Pessoalmente acho que o sujeito deveria assumir desde logo e dizer que é candidato. Mas por outro lado a lei quer que a partida seja dada num determinado momento para evitar que uma pessoa que tenha mais recursos financeiros saia antes e um jovem que queira entrar na política fique desestimulado.
A lei quer que haja uma igualdade em todo pleito. Por isso proibiu os showmícios . Na verdade, quem tinha recursos contratava os cantores para atrair mais gente para o seu comício. Vamos buscar a isonomia e a igualdade,” argumentou.
“Ficha Limpa”
O projeto de lei, aprovado pelo Congresso Nacional, foi sancionado pelo presidente Lula (PT), na última sexta-feira. Com isso ficam proibidos os condenados pela Justiça de serem candidatos.
Arquilau explica quando a lei passará a valer. “É uma grande interrogação. Quem vai decidir se vale ou não para as eleições 2010 é o Supremo Tribunal Federal. Tenho impressão que não vai valer porque os políticos não deliberaram sobre isso. A Constituição diz que leis que tratam dos processos de eleições têm que ser aprovada no ano anterior. Mas é uma discussão jurídica delicada.
Tem que saber se a lei é de caráter processual ou material. Dependendo do entendimento do Supremo de que a lei é de caráter processual ela poderá valer, mas se for uma lei eleitoral não vai valer.
Acredito que a sociedade civil deverá pressionar para que haja uma interpretação para já valer nestas eleições. Por enquanto, há uma zona cinzenta para a definição. É uma dúvida que o próprio TSE vai deixar a decisão para a Suprema Corte,” esclareceu.
Judicialização das eleições
Alguns políticos têm criticado a Justiça Eleitoral brasileira pelo rigor nas interpretações das leis. Arquilau, revela a sua visão sobre o assunto.
“A legislação eleitoral brasileira precisa de reformas profundas. Quando a lei diz que fulano deve se descompatibilizar para o que é? Para fazer política obviamente e, depois, paradoxalmente, ele é impedido de fazer política. É uma contradição muito grande. Ele não pode exercer o cargo que vinha exercendo.
Saiu para se candidatar, mas não pode falar nada. É uma lei que precisa de ajuste. É preciso trocar toda a legislação eleitoral porque foi sendo mudada aos pedaços. Uma emenda aqui e outra acolá. O governador pode concorrer a uma eleição sem se descompatibilizar e o secretário, que tem menos poder, não pode continuar nas suas funções e ser candidato.
São coisas sem sentido e sem lógica. O chefe maior pode e o cargo de terceira categoria tem que se descompatibilizar. O Congresso vai achando um jeito de legislar e no final fica essa colcha de retalhos em que as coisas não batem com as outras. A gente fica como juiz tentando encontrar a melhor interpretação,” confessou.
Quanto a uma possível troca de papéis entre o legislativo e o judiciário, o desembargador avalia: “Na verdade a Justiça passou a ter um papel mais efetivo nesta eleição. Isso se dá por conta dessa legislação truncada que não estabelece regras claras.
A Justiça é chamada a resolver os conflitos que surgem. É um fato que os políticos colocaram às nossas mãos de decidir muita coisa porque a legislação se contradiz.
A Justiça acaba assumindo certos papéis que o Parlamento teria que ter legislado. Eles reconhecem que a Justiça tem assumido esse papel por culpa do Congresso que deixou várias brechas por não legislar de forma coerente e a Justiça é chamada toda hora para responder perguntas.
É um emaranhado de leis que não se entende. É difícil fazer uma reforma política e, me parece, que não vão fazer. Pelo que tudo indica o Congresso não vai sair uma legislação com começo, meio e fim porque os partidos nunca chegam a um acordo. A atual legislação foi feita mais para resolver questões pontuais. Isso é uma complicação grande,” ressaltou.
Reforma Política
O presidente do TRE, devolve as críticas aos políticos em relação à participação da Justiça no processo eleitoral. “Eles reclamam, mas são eles mesmos que nos provocam para tirar dúvidas. Quem nos aciona mais são os próprios políticos e depois há uma reclamação de que a Justiça está se envolvendo.
Na verdade os partidos são muito frágeis administrativamente e desorganizados como instituição. A gente melhoraria muito a legislação eleitoral se fortalecêssemos os partidos.
Teria que ter listas partidárias e não se votar em candidatos. Apoio essa Idéia. Os partidos escolheriam os seus melhores quadros por prioridade eleitoral e os eleitores votariam nas legendas. Dependendo do número votos entrariam os primeiros das listas. Reforçando os partidos a gente faria uma política de melhor qualidade.
Não execro os políticos. Tem muitos que querem fazer o correto e ajudar a sociedade. Mas também é um campo que atrai pessoas que querem poder a qualquer custo. O poder faz coisas que só a imaginação é capaz de definir,” avaliou.
Punições eleitorais no Acre
Por enquanto, segundo o presidente do TRE, o processo eleitoral no Estado caminha tranqüilo. “Até agora não teve crimes. O que nós andamos julgando foi propaganda antecipada. A punição para isso é só multa.
A Justiça Eleitoral não pode fazer mais porque ainda não tem candidatos. As pré-candidaturas lançados são apenadas por multas e algumas já foram punidas,” garantiu.
Título eleitoral
Outra questão delicada, segundo Arquilau, se refere à nova exigência dos eleitores precisarem do título eleitoral e de um documento com foto. “A mini-reforma está exigindo dois documentos. Na verdade isso é um retrocesso. Eles alegam que isso evitaria fraude, mas eu não sei se essa fraude seja significativa.
A determinação pode aumentar a abstenção, principalmente, no interior porque o sujeito perdeu o documento. Agora, nós vamos cumprir, mas vou pedir aos presidentes de mesas que não havendo impugnação, sendo pessoas conhecidas e todos estando de acordo não se impeça ninguém de votar.
Chega um índio conhecido de todos, por que vamos impedir ele de votar? Isso tem que ser levado com muito bom senso, não a ferro e fogo. Se for assim nós vamos ter muitos problemas no Brasil inteiro.
Pessoalmente vou procurar a secretária de segurança do Acre para ver se dinamizamos a entrega dos documentos de identidade. Temos o Projeto Cidadão que trabalha, mas ainda tem muita gente sem os documentos.
Espero que os mesários e fiscais cobrem, mas também tenham bom senso para resolver as questões que vão surgir. Vai haver uma campanha publicitária nacional do TSE tentando esclarecer.
Acho que só o processo novo da biometria vai resolver a questão das fraudes. O sujeito chega coloca o polegar e aparece a fotografia. No Acre, vamos ter a biometria em Bujari e Assis Brasil,” ponderou.
Referendo do Fuso Horário
Os acreanos decidirão se querem permanecer com o mesmo fuso horário. O TRE-AC decidiu colocar o referendo no segundo turno. Arquilau recebeu algumas críticas pela decisão.
“O homem público tem que saber enfrentar essas críticas porque fazem parte da democracia, desde que não sejam pessoais. Respeito os pontos de vistas contrários a interpretação do TRE.
Mas na eleição anterior com seis candidatos, em 2002, teve uma urna no Acre que fechou às 23h30. Teve tanta irritação e confusão na fila que foi preciso chamar a polícia. O TSE nos orientou para trabalhar com uma outra urna para não misturar referendo com eleição.
Se der um problema no referendo poderia contaminar a eleição nacional. Então, por motivo de segurança, haverá duas urnas e duas cabines. O eleitor votará nos candidatos e depois, numa outra urna, no referendo. Nós fizemos uma simulação no TRE e deu cerca de 2 minutos e 30 segundos por cada pessoa que votava.
Nós calculamos que a eleição no Acre terminaria uma hora da manhã. O TSE ficou preocupado com isso porque tem interesse de divulgação rápida.
A eleição presidencial enquanto não sair o resultado do Acre não fecha. O Brasil inteiro ficaria esperando. Temos uma propaganda da grande da rapidez do nosso processo de votação e apuração. Isso poderia prejudicar a imagem do Acre perante o Brasil. Optamos por essa solução por orientação do TSE,” defendeu-se.
Quanto ao fato de estar desrespeitando uma lei aprovada no Congresso, o desembargador, ponderou. “Até agora não houve nenhuma comunicação da mesa diretora da Câmara Federal. O referendo é um decreto legislativo para que a consulta ocorra na primeira eleição após o decreto.
Nós interpretamos o segundo turno como sendo a mesma eleição. Tomamos por base uma lei federal que está acima do decreto legislativo que afirma que cabe à Justiça Eleitoral fixar a data dos referendos e confeccionar as respectivas cédulas. A rigor o decreto nem poderia dizer se a consulta popular seria na próxima eleição por haver um decreto superior da Justiça Federal.
O Congresso aprova, mas é a Justiça que tem os instrumentos para realizar a consulta. No entanto, no nosso caso foi uma questão técnica. O referendo vai acontecer de qualquer maneira com segundo turno ou não,” garantiu.
Conselho aos partidos políticos
O presidente do TRE aconselhou os partidos políticos para não terem problemas com a Justiça Eleitoral durante as eleições. “É preciso ter ética e consciência para não se comprometer com o que é errado. Todos sabem se estão pisando num local certo e se aquele tipo de comportamento é vetado pela lei. Mas antes disso, qualquer pessoa que tenha bons propósitos sabe o que é errado.
O voto do cidadão vale muito mais que uma dentadura, um óculo, um emprego, etc. Outro dia ouvi de um político que uma pessoa foi pedir um óculos e ele disse que o voto valia muito mais do que isso. ‘O voto vale quatro anos de mandato e posso fazer o que quiser com ele porque te comprei e você me vendeu’ disse o político.
Quem compra voto se mete em outras sujeiras seja no executivo ou no legislativo. A gente espera que os políticos façam política. Ninguém vai querer ser o xerife de eleição. Não vamos satanizar os políticos. Não é esse o nosso papel vamos ficar observando as regras. Soltaremos cartilhas de orientação para ver se a gente tenta ajudar.
A democracia tem esse preço de dinheiro e de lutar contra as mazelas. Nós já melhoramos muito porque já fomos um país muito mais atrasado,” finalizou.
Fonte:A Gazeta do AcreVeja mais cont
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Ufac firma convênio com universidade peruana para intercâmbio universitário
Ufac firma convênio com universidade peruana para intercâmbio universitárioAcordo foi assinado na manhã de ontem (1) no auditório da Universidade Nacional de Ucayali em Pucalpa (Peru).Genival Moura
Fotos: Odair Leal/Agência Aleac
A Universidade Nacional de Ucayali (UNU) receberá estudantes brasileiros para graduação e pós-graduação em vários cursos, o mesmo fará a Universidade Federal do Acre (Ufac) com alunos da instituição universitária peruana. A parceria envolve também o campo de pesquisas entre as duas instituições.
O convênio foi assinado na manhã de ontem (1) no auditório da Universidade Nacional de Ucayali em Pucalpa (Peru), com a presença do governador do departamento de Ucayali, Jorge Velasquez, o reitor da UNU, Edgardo Dias, e o vice-reitor da Ufac, Pascoal Muniz. A solenidade foi assistida por centenas de universitários brasileiros e peruanos, que ainda celebram a atitude das autoridades em oficializar o convênio que, segundo eles, marca essa geração de acadêmicos de ambas as instituições.
O convênio de cooperação interinstitucional visa trabalhar no desenvolvimento de seus respectivos países, mediante aproveitamento dos recursos humanos e materiais, contribuindo para a integração acadêmica, cientifica e tecnológica da Amazônia. A Universidade Federal de Ucayali vai oferecer duas vagas nos cursos de Engenharia Civil, Engenharia de Sistema de Informação e Engenharia Agroindustrial, além de oito vagas no curso de Medicina para estudantes dos municípios da região do Vale do Juruá.
A Ufac está disponibilizando para estudantes da UNU no Campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, duas vagas nos cursos de Bacharelado em Biologia, Licenciatura em Biologia, Agronomia, Engenharia Florestal, Pedagogia, Letras Inglês, Letras Português, Enfermagem, Formação de Professores Indígenas, além de mais duas vagas nos cursos de Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Economia e Sistema de Informação em Rio Branco.
Tanto a Ufac como a UNU também vão disponibilizar 10 vagas para pós-graduação nos diversos cursos. O convênio garante ainda a implantação de cursos de Espanhol e Português nas duas instituições, com o objetivo de facilitar a comunicação. A Ufac se compromete a recomendar docentes da UNU para fazer doutorado em outras instituições de ensino superiores do Brasil. Além disso, o documento prevê o envio de professores com formações específicas de uma universidade para outra, mediante solicitação.
– Este é um dia de muita alegria e de regozijo para as autoridades e para a comunidade universitária, pois este convênio é um marco histórico para nós. Além dos nossos estudantes também podemos qualificar os nossos docentes que desejam um grau mais avançado. Quero dizer aos brasileiros que a nossa universidade está com as portas abertas para recebê-los da melhor forma possível – declarou o reitor da UNU, Edigardo Dias. Segundo ele, estudantes de várias universidades peruanas vão integrar uma caravana para visitar o Campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, e o Campus da Ufac, em Rio Branco, dando prosseguimento ao intercâmbio.
O vice-reitor da Ufac, Pascoal Muniz, citou o exemplo do planejamento da integração para ligar o Acre a Ucyali, através de uma rodovia. – Antes nós vamos construir outra carreteira que é a da integração cultural, acadêmica e científica – diz.
Ambas as universidades vão financiar as bolsas para os alunos. A Ufac poderá custear bolsas para seus acadêmicos através da Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação e também através de parcerias, como uma firmada com o Governo do Acre e Assembleia Legislativa, que garantiu o benefício para os oito estudantes do vale do Juruá que vão cursar Medicina em Pucalpa.
Ainda este ano acontece um seminário onde será definida uma agenda para o início dos trabalhos de pesquisas realizados pelas duas universidades. O governador de Ucaily, Jorge Velasquez, chegou a se emocionar relatando a desenfreada devastação da floresta na Amazônia Peruana e disse que o intercâmbio entre as duas universidades pode resultar em benefícios capazes de contribuir para a preservação da floresta e melhor aproveitamento dos recursos naturais, já que o Brasil tem legislações que asseguram a preservação ambiental.
– O intercâmbio vai aumentar também a participação nas nossas zonas fronteiriças abandonadas. É um esforço do presidente da Assembléia Legislativa, Edvaldo Magalhães e do governador Binho Marques com o Governo de Ucayali, para apoiar nossas universidades, o que vai se refletir numa maior preparação e participação dos nossos estudantes e professores, no desenvolvimento da nossa economia e preservação da nossa Amazônia – comentou Velasquez.
O assessor de comunicação social da Ufac, João Petrolitano, explicou que o processo que teve início há mais de 20 anos só está se consolidando agora por existir disposição política.
– O presidente da Assembleia Legislativa, Edvaldo Magalhães, que tem um vasto conhecimento disso, porque é um nativo e sabe muito bem das nossas necessidades, sensibilizou-se e está nos proporcionando esse momento de darmos um passo a mais no ensino e na pesquisa do nosso Acre – disse.
Fonte:Tribuna do Juruá
Fotos: Odair Leal/Agência Aleac
A Universidade Nacional de Ucayali (UNU) receberá estudantes brasileiros para graduação e pós-graduação em vários cursos, o mesmo fará a Universidade Federal do Acre (Ufac) com alunos da instituição universitária peruana. A parceria envolve também o campo de pesquisas entre as duas instituições.
O convênio foi assinado na manhã de ontem (1) no auditório da Universidade Nacional de Ucayali em Pucalpa (Peru), com a presença do governador do departamento de Ucayali, Jorge Velasquez, o reitor da UNU, Edgardo Dias, e o vice-reitor da Ufac, Pascoal Muniz. A solenidade foi assistida por centenas de universitários brasileiros e peruanos, que ainda celebram a atitude das autoridades em oficializar o convênio que, segundo eles, marca essa geração de acadêmicos de ambas as instituições.
O convênio de cooperação interinstitucional visa trabalhar no desenvolvimento de seus respectivos países, mediante aproveitamento dos recursos humanos e materiais, contribuindo para a integração acadêmica, cientifica e tecnológica da Amazônia. A Universidade Federal de Ucayali vai oferecer duas vagas nos cursos de Engenharia Civil, Engenharia de Sistema de Informação e Engenharia Agroindustrial, além de oito vagas no curso de Medicina para estudantes dos municípios da região do Vale do Juruá.
A Ufac está disponibilizando para estudantes da UNU no Campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, duas vagas nos cursos de Bacharelado em Biologia, Licenciatura em Biologia, Agronomia, Engenharia Florestal, Pedagogia, Letras Inglês, Letras Português, Enfermagem, Formação de Professores Indígenas, além de mais duas vagas nos cursos de Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Economia e Sistema de Informação em Rio Branco.
Tanto a Ufac como a UNU também vão disponibilizar 10 vagas para pós-graduação nos diversos cursos. O convênio garante ainda a implantação de cursos de Espanhol e Português nas duas instituições, com o objetivo de facilitar a comunicação. A Ufac se compromete a recomendar docentes da UNU para fazer doutorado em outras instituições de ensino superiores do Brasil. Além disso, o documento prevê o envio de professores com formações específicas de uma universidade para outra, mediante solicitação.
– Este é um dia de muita alegria e de regozijo para as autoridades e para a comunidade universitária, pois este convênio é um marco histórico para nós. Além dos nossos estudantes também podemos qualificar os nossos docentes que desejam um grau mais avançado. Quero dizer aos brasileiros que a nossa universidade está com as portas abertas para recebê-los da melhor forma possível – declarou o reitor da UNU, Edigardo Dias. Segundo ele, estudantes de várias universidades peruanas vão integrar uma caravana para visitar o Campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, e o Campus da Ufac, em Rio Branco, dando prosseguimento ao intercâmbio.
O vice-reitor da Ufac, Pascoal Muniz, citou o exemplo do planejamento da integração para ligar o Acre a Ucyali, através de uma rodovia. – Antes nós vamos construir outra carreteira que é a da integração cultural, acadêmica e científica – diz.
Ambas as universidades vão financiar as bolsas para os alunos. A Ufac poderá custear bolsas para seus acadêmicos através da Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação e também através de parcerias, como uma firmada com o Governo do Acre e Assembleia Legislativa, que garantiu o benefício para os oito estudantes do vale do Juruá que vão cursar Medicina em Pucalpa.
Ainda este ano acontece um seminário onde será definida uma agenda para o início dos trabalhos de pesquisas realizados pelas duas universidades. O governador de Ucaily, Jorge Velasquez, chegou a se emocionar relatando a desenfreada devastação da floresta na Amazônia Peruana e disse que o intercâmbio entre as duas universidades pode resultar em benefícios capazes de contribuir para a preservação da floresta e melhor aproveitamento dos recursos naturais, já que o Brasil tem legislações que asseguram a preservação ambiental.
– O intercâmbio vai aumentar também a participação nas nossas zonas fronteiriças abandonadas. É um esforço do presidente da Assembléia Legislativa, Edvaldo Magalhães e do governador Binho Marques com o Governo de Ucayali, para apoiar nossas universidades, o que vai se refletir numa maior preparação e participação dos nossos estudantes e professores, no desenvolvimento da nossa economia e preservação da nossa Amazônia – comentou Velasquez.
O assessor de comunicação social da Ufac, João Petrolitano, explicou que o processo que teve início há mais de 20 anos só está se consolidando agora por existir disposição política.
– O presidente da Assembleia Legislativa, Edvaldo Magalhães, que tem um vasto conhecimento disso, porque é um nativo e sabe muito bem das nossas necessidades, sensibilizou-se e está nos proporcionando esse momento de darmos um passo a mais no ensino e na pesquisa do nosso Acre – disse.
Fonte:Tribuna do Juruá
domingo, 18 de abril de 2010
Em nota, SEC diz que professores perderam prazo
Sáb, 17 de Abril de 2010 10:51
Secretaria de Educação emite nota sobre paralisação de professores e diz que a categoria perdeu prazo para reivindicar reajuste de salário, alegando proximidade do pleito eleitoral.
Leia Nota
Sobre a paralisação iniciada pelos professores licenciados do Acre, a Secretaria de Estado de Educação (SEE) presta à sociedade os seguintes esclarecimentos:
1. A legislação vigente estabelece, em ano eleitoral, o dia primeiro de abril como data limite para a aprovação, na Assembleia Legislativa, de qualquer projeto de lei que conceda reajuste salarial ou reorganização de carreira para os profissionais do serviço público;
2. Esta limitação foi amplamente noticiada através dos meios de comunicação, tendo em vista os processos de negociação que ocorriam entre o Governo e diversas categorias do serviço público, desde o mês de janeiro de 2010;
3. A pauta enviada pelo Sindicato dos Professores Licenciados do Acre (Sinplac) foi protocolada na Secretaria de Estado de Educação dia 19 de março de 2010, portanto, destoando dos demais sindicatos que encaminharam suas pautas de reivindicação em dezembro de 2009 ou janeiro de 2010;
4. A pauta de reivindicação do Sinplac, além de ter sido entregue fora de prazo, exigia um reajuste linear de 15%. Nenhuma categoria do serviço público recebeu reajuste linear, devido às limitações financeiras do Estado e à Lei de Responsabilidade Fiscal, fato que era do conhecimento da diretoria do Sinplac.
5. Ao não levar em conta os prazos estabelecidos pela legislação, o Sinplac terminou por inviabilizar qualquer possibilidade de negociação, tendo em vista a exiguidade do tempo;
6. As negociações entre governo e demais sindicatos foram todas concluídas, com pactos construídos e leis aprovadas na Assembleia Legislativa do Acre, o que demonstra a disponibilidade do Governo em negociar;
7. Dessa forma, a falta de agilidade de uma instituição sindical não pode ser passada para a sociedade como um problema de intransigência do governo em negociar;
8. Por fim, a Secretaria de Estado de Educação ressalta que sempre esteve aberta ao diálogo com as entidades sindicais representantes dos trabalhadores em educação, fato que se reflete nos inúmeros acordos, pactos e leis construídas e que representaram avanço na valorização dos profissionais da Educação.
Da redação ac24horas com informações SEE
Última atualização em Sáb, 17 de Abril de
Secretaria de Educação emite nota sobre paralisação de professores e diz que a categoria perdeu prazo para reivindicar reajuste de salário, alegando proximidade do pleito eleitoral.
Leia Nota
Sobre a paralisação iniciada pelos professores licenciados do Acre, a Secretaria de Estado de Educação (SEE) presta à sociedade os seguintes esclarecimentos:
1. A legislação vigente estabelece, em ano eleitoral, o dia primeiro de abril como data limite para a aprovação, na Assembleia Legislativa, de qualquer projeto de lei que conceda reajuste salarial ou reorganização de carreira para os profissionais do serviço público;
2. Esta limitação foi amplamente noticiada através dos meios de comunicação, tendo em vista os processos de negociação que ocorriam entre o Governo e diversas categorias do serviço público, desde o mês de janeiro de 2010;
3. A pauta enviada pelo Sindicato dos Professores Licenciados do Acre (Sinplac) foi protocolada na Secretaria de Estado de Educação dia 19 de março de 2010, portanto, destoando dos demais sindicatos que encaminharam suas pautas de reivindicação em dezembro de 2009 ou janeiro de 2010;
4. A pauta de reivindicação do Sinplac, além de ter sido entregue fora de prazo, exigia um reajuste linear de 15%. Nenhuma categoria do serviço público recebeu reajuste linear, devido às limitações financeiras do Estado e à Lei de Responsabilidade Fiscal, fato que era do conhecimento da diretoria do Sinplac.
5. Ao não levar em conta os prazos estabelecidos pela legislação, o Sinplac terminou por inviabilizar qualquer possibilidade de negociação, tendo em vista a exiguidade do tempo;
6. As negociações entre governo e demais sindicatos foram todas concluídas, com pactos construídos e leis aprovadas na Assembleia Legislativa do Acre, o que demonstra a disponibilidade do Governo em negociar;
7. Dessa forma, a falta de agilidade de uma instituição sindical não pode ser passada para a sociedade como um problema de intransigência do governo em negociar;
8. Por fim, a Secretaria de Estado de Educação ressalta que sempre esteve aberta ao diálogo com as entidades sindicais representantes dos trabalhadores em educação, fato que se reflete nos inúmeros acordos, pactos e leis construídas e que representaram avanço na valorização dos profissionais da Educação.
Da redação ac24horas com informações SEE
Última atualização em Sáb, 17 de Abril de
segunda-feira, 5 de abril de 2010
ENTREVISTA COM EDVALDO GUEDES
De Cafuas para o Acre, em nova versão, Edvaldo vem de Brasília amarela
Sáb, 27 de Fevereiro de 2010 15:07
Era cinco horas da manhã de sábado (27), quando estacionei meu carro em frente a placa com o nome: “Sitio Cafuas não me deixes”. O sereno da madrugada caprichosamente, avivou o verde dos 2,71 hectares de floresta.
O cenário para entrevista já estava pronto. Uma sacola plástica com pães manuais, “ovos estrelados” e uma jarra de suco de maracujá com limão. O que faltava na receita matinal, um senhor moreno de estatura média fazia ao lado da tapera de palha, erguidos por entre carros velhos e abandonados, galinhas, alguma plantação de mandioca, banana e placas com dizeres bíblicos e expressões de alta ajuda.
- Faz café com ovos estrelados para o repórter – gritou de dentro do quarto.
Pouco depois, lá vinha ele, com uma blusa listrada em tons azul e branco, calça preta e sapatos brancos. Estava diante de uma das figuras mais folclóricas da política acreana: Edvaldo Guedes, Texeirense, filho do Estado da Paraíba, o homem que venceu a seca e veio para o Acre, em 1972 [ano que nasci], trabalhar no Banco do Brasil.
Ao preparar o material para entrevista, ao ler alguns artigos, sabia que iria me deparar com um cidadão que já recebeu atestado de doido, que costumava fugir dos padrões que a sociedade julga correto, como o amor dele [de Edvaldo] à Cafuringa, o jumento que o projetou politicamente.
“Quero que me julgue mesmo! Isaac Newton diz que a matéria atrai matéria na razão direta de sua massa e na razão inversa do quadrado entre sua distância”, exclamou Edvaldo.
Tinha perguntado a ele, se acreditava que sua candidatura ao governo do Acre, como projeta, fosse igual a eleição de Cabide [vereador], que se elegeu com o voto do protesto.
Esse, porém, foi o único tópico mais polêmico do bate papo. Depois de tomarmos um café preto, que serviu para espertar o sono, o economista falou de miséria. Formado pelas Universidades de Campinas e do Acre, Edvaldo disse que nossa região precisa de trabalho, “cresceu como rabo de cavalo”, analisou.
- Cheguei aqui, na década de 70, o Acre estava acima de Rondônia, era uma terra rica. Hoje vivemos exatamente ao contrário, Rondônia lá em cima e o Acre na fome, na miséria, não se planta um caroço de milho nesse Estado.
Edvaldo defende uma transformação, um projeto que, segundo ele, “dê um choque anafilático em nossa economia”.
- É preciso diminuir os gastos do governo, criar super secretarias e não cabides de emprego como essas cooperativas fantasiosas do governo do PT que não assinam carteira dos trabalhadores.
-E qual a saída? Perguntei.
- Educação, temos que levar a Brasília como moeda de troca, um estado com uma população sem analfabetos – respondeu.
Ele critica o que chama de “importação de valores” as nomeações do atual governo, de técnicos e profissionais de fora do Estado. Ao citar as faculdades existentes no Acre, Edvaldo defende a valorização da prata da casa. E diz que vai governar – uma vez eleito, com o sistema de Sátrapa [ governadores das províncias do Império de Babilônia]
- Com corrupção zero esse é o grande lema desse modelo de governo que funcionou perfeitamente na antiga Babilônia. Vamos incentivar a produção para acabar com a fome, criando também os NARIS – Núcleo de Apoio Rural Integrado, com informática e mecanização Agrícola.
Edvaldo, que inova seu vocabulário ao falar de informatização, fala de projetos característicos, como a Construção de uma hidrelétrica no Rio Acre e a ligação de todo o Estado através de Ferrovias, “projeto defendido por Euclides da Cunha”, cita ao falar das ferrovias.
A entrevista foi gravada em uma câmera particular comprada para fazer o programa eleitoral. Embora ainda tenha que resolver problemas jurídicos por dupla filiação, o socialista assegura que desta vez é pra valer. Tanto que já inova, e de forma autêntica, será o único candidato a ter em sua estrutura de campanha, uma Variante 2 [a Brasília Amarela] e um Chevrolet 63 – 3 portas.
- Tudo na minha vida é sui generis, serei um candidato sui generis, desde a minha casa, a Cafuas, até o meu transporte de campanha.
Bem, Cafua é um termo que significa “esconderijo”, “lugar oculto”. O nome da colocação que sobrevive ao progresso da Via Verde, foi batizado por Ambrozio Elias, em 1975. A expressão “não me deixes”, foi tirada por Edvaldo do triste episódio da morte de Juscelino Kubitschek (JK), daí o nome: Sitio Cafuas não me deixes.
É de Cafuas que Edvaldo em sua nova versão, agora de Brasília Amarela, pretende se projetar para chegar ao palácio Rio Branco.
- Sou um homem pré-destinado – concluiu.
Jairo Carioca – Da Redação de ac24horas
Js.carioca@hotmail.com
Última atualização em Seg, 08 de Março de 2010 07:16
Comentários
0 #3 Maciel 02/03/2010 11:18
Voto no Edvaldo se o Cabide aceitar ser o vice...
Citação
+1 #
Sáb, 27 de Fevereiro de 2010 15:07
Era cinco horas da manhã de sábado (27), quando estacionei meu carro em frente a placa com o nome: “Sitio Cafuas não me deixes”. O sereno da madrugada caprichosamente, avivou o verde dos 2,71 hectares de floresta.
O cenário para entrevista já estava pronto. Uma sacola plástica com pães manuais, “ovos estrelados” e uma jarra de suco de maracujá com limão. O que faltava na receita matinal, um senhor moreno de estatura média fazia ao lado da tapera de palha, erguidos por entre carros velhos e abandonados, galinhas, alguma plantação de mandioca, banana e placas com dizeres bíblicos e expressões de alta ajuda.
- Faz café com ovos estrelados para o repórter – gritou de dentro do quarto.
Pouco depois, lá vinha ele, com uma blusa listrada em tons azul e branco, calça preta e sapatos brancos. Estava diante de uma das figuras mais folclóricas da política acreana: Edvaldo Guedes, Texeirense, filho do Estado da Paraíba, o homem que venceu a seca e veio para o Acre, em 1972 [ano que nasci], trabalhar no Banco do Brasil.
Ao preparar o material para entrevista, ao ler alguns artigos, sabia que iria me deparar com um cidadão que já recebeu atestado de doido, que costumava fugir dos padrões que a sociedade julga correto, como o amor dele [de Edvaldo] à Cafuringa, o jumento que o projetou politicamente.
“Quero que me julgue mesmo! Isaac Newton diz que a matéria atrai matéria na razão direta de sua massa e na razão inversa do quadrado entre sua distância”, exclamou Edvaldo.
Tinha perguntado a ele, se acreditava que sua candidatura ao governo do Acre, como projeta, fosse igual a eleição de Cabide [vereador], que se elegeu com o voto do protesto.
Esse, porém, foi o único tópico mais polêmico do bate papo. Depois de tomarmos um café preto, que serviu para espertar o sono, o economista falou de miséria. Formado pelas Universidades de Campinas e do Acre, Edvaldo disse que nossa região precisa de trabalho, “cresceu como rabo de cavalo”, analisou.
- Cheguei aqui, na década de 70, o Acre estava acima de Rondônia, era uma terra rica. Hoje vivemos exatamente ao contrário, Rondônia lá em cima e o Acre na fome, na miséria, não se planta um caroço de milho nesse Estado.
Edvaldo defende uma transformação, um projeto que, segundo ele, “dê um choque anafilático em nossa economia”.
- É preciso diminuir os gastos do governo, criar super secretarias e não cabides de emprego como essas cooperativas fantasiosas do governo do PT que não assinam carteira dos trabalhadores.
-E qual a saída? Perguntei.
- Educação, temos que levar a Brasília como moeda de troca, um estado com uma população sem analfabetos – respondeu.
Ele critica o que chama de “importação de valores” as nomeações do atual governo, de técnicos e profissionais de fora do Estado. Ao citar as faculdades existentes no Acre, Edvaldo defende a valorização da prata da casa. E diz que vai governar – uma vez eleito, com o sistema de Sátrapa [ governadores das províncias do Império de Babilônia]
- Com corrupção zero esse é o grande lema desse modelo de governo que funcionou perfeitamente na antiga Babilônia. Vamos incentivar a produção para acabar com a fome, criando também os NARIS – Núcleo de Apoio Rural Integrado, com informática e mecanização Agrícola.
Edvaldo, que inova seu vocabulário ao falar de informatização, fala de projetos característicos, como a Construção de uma hidrelétrica no Rio Acre e a ligação de todo o Estado através de Ferrovias, “projeto defendido por Euclides da Cunha”, cita ao falar das ferrovias.
A entrevista foi gravada em uma câmera particular comprada para fazer o programa eleitoral. Embora ainda tenha que resolver problemas jurídicos por dupla filiação, o socialista assegura que desta vez é pra valer. Tanto que já inova, e de forma autêntica, será o único candidato a ter em sua estrutura de campanha, uma Variante 2 [a Brasília Amarela] e um Chevrolet 63 – 3 portas.
- Tudo na minha vida é sui generis, serei um candidato sui generis, desde a minha casa, a Cafuas, até o meu transporte de campanha.
Bem, Cafua é um termo que significa “esconderijo”, “lugar oculto”. O nome da colocação que sobrevive ao progresso da Via Verde, foi batizado por Ambrozio Elias, em 1975. A expressão “não me deixes”, foi tirada por Edvaldo do triste episódio da morte de Juscelino Kubitschek (JK), daí o nome: Sitio Cafuas não me deixes.
É de Cafuas que Edvaldo em sua nova versão, agora de Brasília Amarela, pretende se projetar para chegar ao palácio Rio Branco.
- Sou um homem pré-destinado – concluiu.
Jairo Carioca – Da Redação de ac24horas
Js.carioca@hotmail.com
Última atualização em Seg, 08 de Março de 2010 07:16
Comentários
0 #3 Maciel 02/03/2010 11:18
Voto no Edvaldo se o Cabide aceitar ser o vice...
Citação
+1 #
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Entrevista: Aécio Neves “Tenho orgulho de ser político”
O tucano Aécio Neves confirma que concorrerá ao Senado,
aponta as maiores fragilidades do discurso petista e diz
que é vital recuperar a dignidade da atividade política
Mario Sabino e Fábio Portela
Carlos Rhienck/Jornal em Dia
"É preciso implantar a meritocracia
na administração federal, e o PT
simplesmente não quer, não sabe
e não pode fazê-lo"
Em obediência à lei eleitoral que requer a desincompatibilização de políticos em posições executivas que pretendem concorrer nas próximas eleições, o ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, de 50 anos recém-completados, passou, na última semana, o cargo a seu vice, Antonio Anastasia. Aécio saiu com 92% de aprovação da população mineira. A marca impressionante é resultado da administração de um governador que apostou tudo na meritocracia e, com ela, melhorou bastante todos os indicadores sociais, econômicos e educacionais do seu estado. Essa quase unanimidade em um colégio eleitoral de 14 milhões de votos faz dele o vice dos sonhos do candidato do PSDB ao Planalto, o governador paulista José Serra. Mas Aécio acredita que ajuda mais como candidato ao Senado por Minas Gerais. Disse Aécio a VEJA: “A aprovação do meu governo é a prova maior de que os resultados de uma gestão eficiente se impõem sobre o messianismo da era Lula”.
A que exatamente a população deu a aprovação de 92%?
As pessoas sabem o que é bom para elas, sua família, sua cidade, seu estado e seu país. A aprovação vem naturalmente quando elas percebem que a ação do governo está produzindo professores que ensinam, alunos que aprendem, policiais que diminuem o número de crimes e postos de saúde que funcionam. Quando você faz um choque de gestão e entrega bons
resultados ano após ano, não há politicagem que atrapalhe a percepção de melhora por parte da população. Quem tem 92% de aprovação está sendo bem avaliado por todo tipo de eleitor, até entre os petistas.
Os eleitores entendem o conceito de “choque de gestão”?
Quase todo mundo percebe quando a política está sendo exercida como uma atividade nobre, sem mesquinharias, com transparência e produzindo resultados práticos positivos. A política, em si, é a mais digna das atividades que um cidadão possa exercer. Os gregos diziam que a política é a amizade entre vizinhos. Quando traduzimos para hoje, estamos falando de estados, municípios e da capacidade de construir, a partir de alianças, o bem comum. Vou lutar por reformas que possam tornar a política de novo atraente para as pessoas de bem, que façam dessa atividade, hoje vista com suspeita, um trabalho empenhado na elevação dos padrões materiais, sociais e culturais da maioria. É assim que vamos empurrar os piores para fora do espaço político. Não existe vácuo em política. Se os bons não ocuparem espaço, os ruins o farão.
A máquina do serviço público é historicamente pouco eficiente. Como o senhor fez para mudar essa realidade?
Nós estabelecemos metas para todos os servidores, dos professores aos policiais. E 100% deles passaram a receber uma remuneração extra sempre que atingissem as metas acordadas. O governo começou a funcionar como se fosse uma empresa. Os resultados apareceram com uma rapidez impressionante. A mortalidade infantil em Minas caiu mais do que em qualquer outro estado, a desnutrição infantil das regiões mais pobres chegou perto do patamar das regiões mais ricas, todas as cidades do estado agora são ligadas por asfalto, a energia elétrica foi levada a todas as comunidades rurais e mesmo as mais pobres passaram a ter saneamento. Na segurança pública conseguimos avanços notáveis com a efetiva diminuição de todos os tipos de crime.
O desafio do PT sobre comparação de resultados de governos, então, lhe conviria?
Gostaria muito de contrapor os resultados obtidos pela implantação da meritocracia com o messianismo daqueles que apenas fazem promessas e propagam a própria bondade. Quando você estabelece instrumentos de controle e consegue medir os resultados das ações de governo, você espanta os pregadores messiânicos. Eles fogem das comparações. Mas para ter resultados é preciso que se viva sob um sistema meritocrático. Isso significa que as pessoas da máquina estatal têm de ser qualificadas, e não simplesmente filiadas ao partido político. O aparelhamento do estado que vemos no governo federal é um mal que precisa ser
erradicado.
Quais são as chances de o senhor ser candidato a vice-presidente da República na chapa de José Serra?
Serei candidato ao Senado. Eu tenho a convicção de que a melhor forma de ajudar na vitória do candidato do meu partido, o governador José Serra, é fazer nossa campanha em Minas Gerais. Eu respeito, mas divirjo da análise de que a minha presença na chapa garantiria um resultado positivo para o governador Serra. Isso não é verdade. Talvez criasse um fato político efêmero, que duraria alguns dias, mas logo ficaria claro que, no Brasil, não se vota em candidato a vice-presidente.
Nas últimas eleições, quem venceu em Minas venceu também a eleição presidencial. Acontecerá o mesmo neste ano?
Espero que sim, e acho que o governador Serra tem todas as condições para vencer em Minas Gerais e no Brasil. Eu vou me esforçar para ajudá-lo, repito, porque tenho um compromisso com o país que está acima de qualquer projeto pessoal. Esse compromisso inclui trabalhar para encerrar o ciclo de governo petista. Lula teve muitas virtudes. A primeira delas, aliás, foi não alterar a política econômica do PSDB. Ele fez bons programas sociais? Claro, é um fato. Mas o desafio agora é fazer o Brasil avançar muito mais, e é isso que nosso presidente fará.
A ministra Dilma Rousseff, candidata do PT ao Planalto, tem dito que o presidente Lula reinventou o país. Esse é um exemplo de discurso messiânico?
Sem dúvida. Se um extraterrestre pousasse sua nave no Brasil e ficasse por aqui durante uma semana sem conversar com ninguém, só vendo televisão, ele acharia que o Brasil foi descoberto em 2003 e que tudo o que existe de bom foi feito pelas pessoas que estão no governo atual. Os brasileiros sabem que isso é um discurso vazio. Não teria havido o governo do presidente Lula se não tivesse havido, antes, os governos do presidente Fernando Henrique e do presidente Itamar Franco. Sem o alicerce do Plano Real, nada poderia ter sido construído.
A ministra Dilma cresceu nas pesquisas e viabilizou-se como candidata competitiva. Isso preocupa o PSDB?
A ministra Dilma chegou ao piso esperado para um candidato do PT, qualquer que fosse ele. A partir de agora, ela terá de contar com a capacidade do presidente Lula de lhe transferir votos. Mas o confronto olho no olho com o governador Serra vai ser muito difícil para ela.
Na sua opinião, como será o tom da campanha presidencial?
Acho que, em primeiro lugar, a candidata Dilma terá de explicar logo como será sua relação com seu próprio partido, o PT, em um eventual governo. O PT tem dificuldades históricas de ter uma posição generosa em favor do Brasil. Quando a prioridade do Brasil era a retomada da democracia, o PT negou-se a estar no Colégio Eleitoral e votar no presidente Tancredo Neves. O PT chegou a expulsar aqueles poucos integrantes que contrariaram o partido. Prevaleceu uma visão política tacanha, e não o objetivo maior que tinha de ser alcançado naquele momento. Se dependesse do partido, talvez Paulo Maluf tivesse sido eleito presidente pelo Colégio Eleitoral. Ao final da Constituinte, o PT recusou-se a assinar a Carta. Quando o presidente Itamar Franco assumiu o governo, em um momento delicado, de instabilidade, e o PT foi convocado a participar do esforço de união nacional, novamente se negou, sob a argumentação de que não faria alianças que não condiziam com a sua história. Se prevalecesse a posição do PT, nós não teríamos a estabilidade econômica, porque o partido votou contra o Plano Real. O presidente Lula, com sua autoridade, impediu que o partido desse outros passos errados quando chegou ao governo. Mas o que esperar de um governo do PT sem o presidente Lula?
Qual é o seu palpite?
Eu acho que, pelo fato de a ministra Dilma nunca ter ocupado um cargo eletivo, há uma grande incógnita. Caberá a ela responder, durante a campanha, a essa incógnita. Dar demonstrações de que não haverá retrocessos, de que as conquistas democráticas são definitivas. A ministra precisa dizer de forma muito clara ao Brasil qual será a participação em seu governo desse PT que prega a reestatização, que defende uma política externa meramente ideológica, que faz gestos muitos vigorosos no sentido de coibir a liberdade de expressão.
E o PSDB, falará de quê?
Nosso maior tema será lembrar aos brasileiros que somos a matriz de todos os avanços sociais e econômicos do Brasil contemporâneo. Nós temos legitimidade para dizer que somos parte integrante do que aconteceu de bom no Brasil até agora. Se hoje o país está numa situação melhor, foi porque nós tivemos uma participação decisiva nesse processo. Houve a alternância do poder, que é natural e saudável, mas está na hora de o PSDB voltar ao poder. Está na hora de o país ter um governo capaz de fazer a máquina pública federal funcionar sem aparelhamento. É preciso implantar a meritocracia na administração federal, e o PT simplesmente
não quer, não sabe e não pode fazê-lo. Às promessas falsas, ao messianismo, aos insultos pessoais, aos ataques de palanque, vamos contrapor nossos resultados nos estados e a receita de como obtê-los também no nível federal.
O senhor acha que os brasileiros são ingratos com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso?
Eu acho que hoje não se faz justiça a ele, mas tenho certeza absoluta de que a história reconhecerá seu papel crucial. Como também acho que se fará justiça ao presidente Itamar Franco, que permitiu a Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda, fazer e aplicar o Plano Real.
Se vencer a disputa presidencial, Serra diz que tentará acabar com a reeleição.
Eu prefiro mandatos de cinco anos, sem reeleição. Defendo isso desde 1989. Mas, hoje, pensar nisso é irreal. A reeleição incrustou-se na realidade política brasileira de maneira muito forte. A prioridade deveria ser uma reforma política que incluísse o voto distrital misto. Isso aproximaria os eleitores dos deputados e ajudaria a depurar o Parlamento.
O senhor, um político jovem, bem avaliado, duas vezes governador de um grande estado, ainda deve almejar chegar à Presidência, não?
Eu tenho muita vontade de participar da construção de um projeto novo para o Brasil, em que a nossa referência não seja mais o passado, e sim o futuro. Sem essa dicotomia que coloca em um extremo o PT e no outro o PSDB, e quem ganha é obrigado a fazer todo tipo de aliança para conseguir governar. Assim, paga-se um preço cada vez maior para chegar a sabe-se lá onde. O PT deixou de apresentar um projeto de país e hoje sua agenda se resume apenas a um projeto de poder. Eu gostaria de uma convergência entre os homens de bem, para construir um projeto nacional ousado, que permita queimar etapas e integrar o Brasil em uma velocidade muito maior à comunidade dos países desenvolvidos, de modo que todos os brasileiros se beneficiem desse processo.
Mas o Brasil já está direcionado nesse rumo, não?
Está, mas é preciso acelerar a nossa chegada ao nosso destino de grandeza como povo e como nação. Eu fico impaciente com realizações aquém do nosso potencial. O Brasil pode avançar mais rapidamente com um governo que privilegie o mérito, que qualifique a gestão pública, para que ela produza benefícios reais e duradouros para a maioria das pessoas, que valorize o serviço público e cobre dele resultados. Um governo que tenha autoridade e generosidade para fazer acordos. Meu avô Tancredo Neves costumava dizer que há muito mais alegria em chegar a um entendimento do que em derrotar um adversário. Eu vou ser sempre um construtor de pontes. Quanto a chegar à Presidência da República, tenho a convicção de que isso é muito mais destino do que projeto.
aponta as maiores fragilidades do discurso petista e diz
que é vital recuperar a dignidade da atividade política
Mario Sabino e Fábio Portela
Carlos Rhienck/Jornal em Dia
"É preciso implantar a meritocracia
na administração federal, e o PT
simplesmente não quer, não sabe
e não pode fazê-lo"
Em obediência à lei eleitoral que requer a desincompatibilização de políticos em posições executivas que pretendem concorrer nas próximas eleições, o ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, de 50 anos recém-completados, passou, na última semana, o cargo a seu vice, Antonio Anastasia. Aécio saiu com 92% de aprovação da população mineira. A marca impressionante é resultado da administração de um governador que apostou tudo na meritocracia e, com ela, melhorou bastante todos os indicadores sociais, econômicos e educacionais do seu estado. Essa quase unanimidade em um colégio eleitoral de 14 milhões de votos faz dele o vice dos sonhos do candidato do PSDB ao Planalto, o governador paulista José Serra. Mas Aécio acredita que ajuda mais como candidato ao Senado por Minas Gerais. Disse Aécio a VEJA: “A aprovação do meu governo é a prova maior de que os resultados de uma gestão eficiente se impõem sobre o messianismo da era Lula”.
A que exatamente a população deu a aprovação de 92%?
As pessoas sabem o que é bom para elas, sua família, sua cidade, seu estado e seu país. A aprovação vem naturalmente quando elas percebem que a ação do governo está produzindo professores que ensinam, alunos que aprendem, policiais que diminuem o número de crimes e postos de saúde que funcionam. Quando você faz um choque de gestão e entrega bons
resultados ano após ano, não há politicagem que atrapalhe a percepção de melhora por parte da população. Quem tem 92% de aprovação está sendo bem avaliado por todo tipo de eleitor, até entre os petistas.
Os eleitores entendem o conceito de “choque de gestão”?
Quase todo mundo percebe quando a política está sendo exercida como uma atividade nobre, sem mesquinharias, com transparência e produzindo resultados práticos positivos. A política, em si, é a mais digna das atividades que um cidadão possa exercer. Os gregos diziam que a política é a amizade entre vizinhos. Quando traduzimos para hoje, estamos falando de estados, municípios e da capacidade de construir, a partir de alianças, o bem comum. Vou lutar por reformas que possam tornar a política de novo atraente para as pessoas de bem, que façam dessa atividade, hoje vista com suspeita, um trabalho empenhado na elevação dos padrões materiais, sociais e culturais da maioria. É assim que vamos empurrar os piores para fora do espaço político. Não existe vácuo em política. Se os bons não ocuparem espaço, os ruins o farão.
A máquina do serviço público é historicamente pouco eficiente. Como o senhor fez para mudar essa realidade?
Nós estabelecemos metas para todos os servidores, dos professores aos policiais. E 100% deles passaram a receber uma remuneração extra sempre que atingissem as metas acordadas. O governo começou a funcionar como se fosse uma empresa. Os resultados apareceram com uma rapidez impressionante. A mortalidade infantil em Minas caiu mais do que em qualquer outro estado, a desnutrição infantil das regiões mais pobres chegou perto do patamar das regiões mais ricas, todas as cidades do estado agora são ligadas por asfalto, a energia elétrica foi levada a todas as comunidades rurais e mesmo as mais pobres passaram a ter saneamento. Na segurança pública conseguimos avanços notáveis com a efetiva diminuição de todos os tipos de crime.
O desafio do PT sobre comparação de resultados de governos, então, lhe conviria?
Gostaria muito de contrapor os resultados obtidos pela implantação da meritocracia com o messianismo daqueles que apenas fazem promessas e propagam a própria bondade. Quando você estabelece instrumentos de controle e consegue medir os resultados das ações de governo, você espanta os pregadores messiânicos. Eles fogem das comparações. Mas para ter resultados é preciso que se viva sob um sistema meritocrático. Isso significa que as pessoas da máquina estatal têm de ser qualificadas, e não simplesmente filiadas ao partido político. O aparelhamento do estado que vemos no governo federal é um mal que precisa ser
erradicado.
Quais são as chances de o senhor ser candidato a vice-presidente da República na chapa de José Serra?
Serei candidato ao Senado. Eu tenho a convicção de que a melhor forma de ajudar na vitória do candidato do meu partido, o governador José Serra, é fazer nossa campanha em Minas Gerais. Eu respeito, mas divirjo da análise de que a minha presença na chapa garantiria um resultado positivo para o governador Serra. Isso não é verdade. Talvez criasse um fato político efêmero, que duraria alguns dias, mas logo ficaria claro que, no Brasil, não se vota em candidato a vice-presidente.
Nas últimas eleições, quem venceu em Minas venceu também a eleição presidencial. Acontecerá o mesmo neste ano?
Espero que sim, e acho que o governador Serra tem todas as condições para vencer em Minas Gerais e no Brasil. Eu vou me esforçar para ajudá-lo, repito, porque tenho um compromisso com o país que está acima de qualquer projeto pessoal. Esse compromisso inclui trabalhar para encerrar o ciclo de governo petista. Lula teve muitas virtudes. A primeira delas, aliás, foi não alterar a política econômica do PSDB. Ele fez bons programas sociais? Claro, é um fato. Mas o desafio agora é fazer o Brasil avançar muito mais, e é isso que nosso presidente fará.
A ministra Dilma Rousseff, candidata do PT ao Planalto, tem dito que o presidente Lula reinventou o país. Esse é um exemplo de discurso messiânico?
Sem dúvida. Se um extraterrestre pousasse sua nave no Brasil e ficasse por aqui durante uma semana sem conversar com ninguém, só vendo televisão, ele acharia que o Brasil foi descoberto em 2003 e que tudo o que existe de bom foi feito pelas pessoas que estão no governo atual. Os brasileiros sabem que isso é um discurso vazio. Não teria havido o governo do presidente Lula se não tivesse havido, antes, os governos do presidente Fernando Henrique e do presidente Itamar Franco. Sem o alicerce do Plano Real, nada poderia ter sido construído.
A ministra Dilma cresceu nas pesquisas e viabilizou-se como candidata competitiva. Isso preocupa o PSDB?
A ministra Dilma chegou ao piso esperado para um candidato do PT, qualquer que fosse ele. A partir de agora, ela terá de contar com a capacidade do presidente Lula de lhe transferir votos. Mas o confronto olho no olho com o governador Serra vai ser muito difícil para ela.
Na sua opinião, como será o tom da campanha presidencial?
Acho que, em primeiro lugar, a candidata Dilma terá de explicar logo como será sua relação com seu próprio partido, o PT, em um eventual governo. O PT tem dificuldades históricas de ter uma posição generosa em favor do Brasil. Quando a prioridade do Brasil era a retomada da democracia, o PT negou-se a estar no Colégio Eleitoral e votar no presidente Tancredo Neves. O PT chegou a expulsar aqueles poucos integrantes que contrariaram o partido. Prevaleceu uma visão política tacanha, e não o objetivo maior que tinha de ser alcançado naquele momento. Se dependesse do partido, talvez Paulo Maluf tivesse sido eleito presidente pelo Colégio Eleitoral. Ao final da Constituinte, o PT recusou-se a assinar a Carta. Quando o presidente Itamar Franco assumiu o governo, em um momento delicado, de instabilidade, e o PT foi convocado a participar do esforço de união nacional, novamente se negou, sob a argumentação de que não faria alianças que não condiziam com a sua história. Se prevalecesse a posição do PT, nós não teríamos a estabilidade econômica, porque o partido votou contra o Plano Real. O presidente Lula, com sua autoridade, impediu que o partido desse outros passos errados quando chegou ao governo. Mas o que esperar de um governo do PT sem o presidente Lula?
Qual é o seu palpite?
Eu acho que, pelo fato de a ministra Dilma nunca ter ocupado um cargo eletivo, há uma grande incógnita. Caberá a ela responder, durante a campanha, a essa incógnita. Dar demonstrações de que não haverá retrocessos, de que as conquistas democráticas são definitivas. A ministra precisa dizer de forma muito clara ao Brasil qual será a participação em seu governo desse PT que prega a reestatização, que defende uma política externa meramente ideológica, que faz gestos muitos vigorosos no sentido de coibir a liberdade de expressão.
E o PSDB, falará de quê?
Nosso maior tema será lembrar aos brasileiros que somos a matriz de todos os avanços sociais e econômicos do Brasil contemporâneo. Nós temos legitimidade para dizer que somos parte integrante do que aconteceu de bom no Brasil até agora. Se hoje o país está numa situação melhor, foi porque nós tivemos uma participação decisiva nesse processo. Houve a alternância do poder, que é natural e saudável, mas está na hora de o PSDB voltar ao poder. Está na hora de o país ter um governo capaz de fazer a máquina pública federal funcionar sem aparelhamento. É preciso implantar a meritocracia na administração federal, e o PT simplesmente
não quer, não sabe e não pode fazê-lo. Às promessas falsas, ao messianismo, aos insultos pessoais, aos ataques de palanque, vamos contrapor nossos resultados nos estados e a receita de como obtê-los também no nível federal.
O senhor acha que os brasileiros são ingratos com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso?
Eu acho que hoje não se faz justiça a ele, mas tenho certeza absoluta de que a história reconhecerá seu papel crucial. Como também acho que se fará justiça ao presidente Itamar Franco, que permitiu a Fernando Henrique Cardoso, então ministro da Fazenda, fazer e aplicar o Plano Real.
Se vencer a disputa presidencial, Serra diz que tentará acabar com a reeleição.
Eu prefiro mandatos de cinco anos, sem reeleição. Defendo isso desde 1989. Mas, hoje, pensar nisso é irreal. A reeleição incrustou-se na realidade política brasileira de maneira muito forte. A prioridade deveria ser uma reforma política que incluísse o voto distrital misto. Isso aproximaria os eleitores dos deputados e ajudaria a depurar o Parlamento.
O senhor, um político jovem, bem avaliado, duas vezes governador de um grande estado, ainda deve almejar chegar à Presidência, não?
Eu tenho muita vontade de participar da construção de um projeto novo para o Brasil, em que a nossa referência não seja mais o passado, e sim o futuro. Sem essa dicotomia que coloca em um extremo o PT e no outro o PSDB, e quem ganha é obrigado a fazer todo tipo de aliança para conseguir governar. Assim, paga-se um preço cada vez maior para chegar a sabe-se lá onde. O PT deixou de apresentar um projeto de país e hoje sua agenda se resume apenas a um projeto de poder. Eu gostaria de uma convergência entre os homens de bem, para construir um projeto nacional ousado, que permita queimar etapas e integrar o Brasil em uma velocidade muito maior à comunidade dos países desenvolvidos, de modo que todos os brasileiros se beneficiem desse processo.
Mas o Brasil já está direcionado nesse rumo, não?
Está, mas é preciso acelerar a nossa chegada ao nosso destino de grandeza como povo e como nação. Eu fico impaciente com realizações aquém do nosso potencial. O Brasil pode avançar mais rapidamente com um governo que privilegie o mérito, que qualifique a gestão pública, para que ela produza benefícios reais e duradouros para a maioria das pessoas, que valorize o serviço público e cobre dele resultados. Um governo que tenha autoridade e generosidade para fazer acordos. Meu avô Tancredo Neves costumava dizer que há muito mais alegria em chegar a um entendimento do que em derrotar um adversário. Eu vou ser sempre um construtor de pontes. Quanto a chegar à Presidência da República, tenho a convicção de que isso é muito mais destino do que projeto.
Acre receberá R$ 53 milhões para escolas e ensino profissionalizante
O recursos servirá para construção de seis novas escolas técnicas estaduais, reforma e ampliação de outras 22 unidades e compra de material pedagógicoDa Redação com Ascom do MEC
A educação profissional do Acre ganhará um reforço de R$ 53 milhões. Desse valor, R$ 38,7 milhões são relativos ao convênio assinado ontem, em Brasília, entre o Ministério da Educação e o Instituto Dom Moacyr, órgão responsável pela educação profissional no governo acreano. Outros R$ 14,4 milhões serão conveniados com a secretaria estadual de Educação. Os recursos, do programa Brasil Profissionalizado, servirão para construção de seis novas escolas técnicas estaduais, reforma e ampliação de outras 22 unidades e compra de material pedagógico. Participaram da assinatura do convênio com o ministro da Educação, Fernando Hadad, o governador Binho Marques, o senador Tião Viana, os deputados federais Nilson Mourão, Fernando Melo e Perpétua Almeida, além da secretaria estadual da Educação, Maria Correa, e o presidente do Instituto Dom Moacyr, Irailton Lima. O governador Binho Marques destacou a articulação entre as esferas de poder na construção do programa e a importância da educação profissional para o desenvolvimento regional. “Esta política é de inclusão social, o que no estado chamamos de florestania. Cidadania para os povos da floresta”, disse. O ministro Fernando Haddad, por sua vez, afirmou que o Acre já está colhendo os frutos dos investimentos educacionais dos últimos anos. “A melhora em todos os índices demonstra acerto na política. O Brasil Profissionalizado vai contribuir ainda mais com o desenvolvimento do estado”, afirmou Haddad. As novas unidades que serão construídas pelo programa nos municípios de Brasiléia, Feijó, Tarauacá, Xapuri e Rio Branco (duas) seguirão o modelo padrão do MEC, com seis laboratórios, 12 salas de aula, biblioteca e capacidade para atender 1,2 mil estudantes. Também participaram da solenidade o secretário de educação profissional do MEC, Eliezer Pacheco, e o presidente do FNDE, Daniel Balaban.
A educação profissional do Acre ganhará um reforço de R$ 53 milhões. Desse valor, R$ 38,7 milhões são relativos ao convênio assinado ontem, em Brasília, entre o Ministério da Educação e o Instituto Dom Moacyr, órgão responsável pela educação profissional no governo acreano. Outros R$ 14,4 milhões serão conveniados com a secretaria estadual de Educação. Os recursos, do programa Brasil Profissionalizado, servirão para construção de seis novas escolas técnicas estaduais, reforma e ampliação de outras 22 unidades e compra de material pedagógico. Participaram da assinatura do convênio com o ministro da Educação, Fernando Hadad, o governador Binho Marques, o senador Tião Viana, os deputados federais Nilson Mourão, Fernando Melo e Perpétua Almeida, além da secretaria estadual da Educação, Maria Correa, e o presidente do Instituto Dom Moacyr, Irailton Lima. O governador Binho Marques destacou a articulação entre as esferas de poder na construção do programa e a importância da educação profissional para o desenvolvimento regional. “Esta política é de inclusão social, o que no estado chamamos de florestania. Cidadania para os povos da floresta”, disse. O ministro Fernando Haddad, por sua vez, afirmou que o Acre já está colhendo os frutos dos investimentos educacionais dos últimos anos. “A melhora em todos os índices demonstra acerto na política. O Brasil Profissionalizado vai contribuir ainda mais com o desenvolvimento do estado”, afirmou Haddad. As novas unidades que serão construídas pelo programa nos municípios de Brasiléia, Feijó, Tarauacá, Xapuri e Rio Branco (duas) seguirão o modelo padrão do MEC, com seis laboratórios, 12 salas de aula, biblioteca e capacidade para atender 1,2 mil estudantes. Também participaram da solenidade o secretário de educação profissional do MEC, Eliezer Pacheco, e o presidente do FNDE, Daniel Balaban.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Em nota médicos reconhecem caos na saúde do Acre
Sex, 19 de Março de 2010 11:04
O Sindicato dos Médicos do Acre tornaram públicas em nota enviada à imprensa, suas insatisfações com a atual gestão da Secretaria Estadual de Saúde em vista das péssimas condições de trabalho e de pressões submetidas aos profissionais.
Eles afirmam que a superlotação das Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s), se deve “além da epidemia da Dengue ao funcionamento inadequado das Unidades Básicas de Saúde”.
- Salários baixos, condições inadequadas, falta de gerência nas Unidades são alguns dos fatores desse caos na Saúde Pública – manifestam.
Aliado a isso à falta de reconhecimento aos serviços prestados pela classe médica perante a população a nota denuncia ainda que “médicos plantonistas nas UPA's não podem ir ao banheiro antes da meia noite, muitas vezes são privados de se alimentarem e de terem o período de repouso por conta da pressão dos gestores para atenderem”, explicam.
-E muitas vezes advertem o colega quando os mesmos prestam um atendimento de melhor qualidade, se importando somente com o aspecto quantitativo do atendimento.
O manifesto de repúdio segue relatando que por esse motivo, os profissionais não se sentem estimulados a trabalharem nas UPA's. O plantão de quem é escalado para as unidades é tido como “verdadeiro castigo”.
Na terça-feira, dia 23, está marcada uma reunião com o Governo do Estado. Os profissionais alertam a população que “a situação pode piorar com a greve que pode ser deflagrada”.
- Os médicos exigem do governo do estado o devido reconhecimento a uma melhor assistência e um tratamento digno – finaliza a nota assinada pela Diretoria do Sindmedacre.
ac24horas tentou falar com a assessoria de imprensa da Sessacre através dos telefones 3224 4738 e 9985 1668, estes não atendem.
Jairo Carioca – Da Redação de ac24horas
Js.carioca@hotmail.com
O Sindicato dos Médicos do Acre tornaram públicas em nota enviada à imprensa, suas insatisfações com a atual gestão da Secretaria Estadual de Saúde em vista das péssimas condições de trabalho e de pressões submetidas aos profissionais.
Eles afirmam que a superlotação das Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s), se deve “além da epidemia da Dengue ao funcionamento inadequado das Unidades Básicas de Saúde”.
- Salários baixos, condições inadequadas, falta de gerência nas Unidades são alguns dos fatores desse caos na Saúde Pública – manifestam.
Aliado a isso à falta de reconhecimento aos serviços prestados pela classe médica perante a população a nota denuncia ainda que “médicos plantonistas nas UPA's não podem ir ao banheiro antes da meia noite, muitas vezes são privados de se alimentarem e de terem o período de repouso por conta da pressão dos gestores para atenderem”, explicam.
-E muitas vezes advertem o colega quando os mesmos prestam um atendimento de melhor qualidade, se importando somente com o aspecto quantitativo do atendimento.
O manifesto de repúdio segue relatando que por esse motivo, os profissionais não se sentem estimulados a trabalharem nas UPA's. O plantão de quem é escalado para as unidades é tido como “verdadeiro castigo”.
Na terça-feira, dia 23, está marcada uma reunião com o Governo do Estado. Os profissionais alertam a população que “a situação pode piorar com a greve que pode ser deflagrada”.
- Os médicos exigem do governo do estado o devido reconhecimento a uma melhor assistência e um tratamento digno – finaliza a nota assinada pela Diretoria do Sindmedacre.
ac24horas tentou falar com a assessoria de imprensa da Sessacre através dos telefones 3224 4738 e 9985 1668, estes não atendem.
Jairo Carioca – Da Redação de ac24horas
Js.carioca@hotmail.com
terça-feira, 16 de março de 2010
Banco do Brasil é condenado a pagar indenização por danos morais a cadeirante em Rio Branco
Banco do Brasil é condenado a pagar indenização por danos morais a cadeirante em Rio Branco
Ter, 16 de Março de 2010 17:36 paula
Decisão da Juíza de Direito Substituta Larissa Pinho, que atua na 3ª Vara Cível de Rio Branco, condenou o Banco do Brasil ao pagamento de R$ 40 mil de indenização por danos morais.
De acordo com os autos do processo, Rafaela de Oliveira Bino, Cleuda de Oliveira Bino e seu filho menor – que é portador de paralisia cerebral heloplégica mista -, foram vítimas de preconceito quando se dirigiram a uma das agências da instituição bancária. Na ocasião, elas foram impedidas pelo segurança de adentrar ao estabelecimento financeiro com o filho, que é cadeirante.
Ao consultar a gerente, o segurança informou às requerentes que apenas uma delas poderia entrar, e que a outra deveria permanecer do lado de fora da agência com o deficiente físico, o que aconteceu.
Em virtude disso, a criança teve uma crise nervosa, pois percebeu que fora impedido de entrar no local por causa de sua deficiência.
O Banco do Brasil alegou que no dia dos fatos a agência estava bastante movimentada e que, por isso, a gerente não atendeu as requerentes nem resolveu o problema.
Também alega que, em virtude da intensa movimentação, solicitou a interferência do segurança, que agiu de maneira correta e com rigidez necessária.
Por fim, reconhece que a agência possui uma porta paralela, contudo ressalta que não houve tempo hábil para que o segurança conseguisse a autorização para abri-la.
Segundo a sentença da magistrada, “o banco deveria zelar pelo atendimento de todos os seus clientes e não discriminar um ou outro por conta de sua condição física ou psíquica. Nesse contexto, deve o Poder Judiciário assegurar a aplicação dos direitos fundamentais”. (TJ/AC)
Última atualização ( Ter, 16 de Março de 2010 18:45 )
Ter, 16 de Março de 2010 17:36 paula
Decisão da Juíza de Direito Substituta Larissa Pinho, que atua na 3ª Vara Cível de Rio Branco, condenou o Banco do Brasil ao pagamento de R$ 40 mil de indenização por danos morais.
De acordo com os autos do processo, Rafaela de Oliveira Bino, Cleuda de Oliveira Bino e seu filho menor – que é portador de paralisia cerebral heloplégica mista -, foram vítimas de preconceito quando se dirigiram a uma das agências da instituição bancária. Na ocasião, elas foram impedidas pelo segurança de adentrar ao estabelecimento financeiro com o filho, que é cadeirante.
Ao consultar a gerente, o segurança informou às requerentes que apenas uma delas poderia entrar, e que a outra deveria permanecer do lado de fora da agência com o deficiente físico, o que aconteceu.
Em virtude disso, a criança teve uma crise nervosa, pois percebeu que fora impedido de entrar no local por causa de sua deficiência.
O Banco do Brasil alegou que no dia dos fatos a agência estava bastante movimentada e que, por isso, a gerente não atendeu as requerentes nem resolveu o problema.
Também alega que, em virtude da intensa movimentação, solicitou a interferência do segurança, que agiu de maneira correta e com rigidez necessária.
Por fim, reconhece que a agência possui uma porta paralela, contudo ressalta que não houve tempo hábil para que o segurança conseguisse a autorização para abri-la.
Segundo a sentença da magistrada, “o banco deveria zelar pelo atendimento de todos os seus clientes e não discriminar um ou outro por conta de sua condição física ou psíquica. Nesse contexto, deve o Poder Judiciário assegurar a aplicação dos direitos fundamentais”. (TJ/AC)
Última atualização ( Ter, 16 de Março de 2010 18:45 )
LUIZ PEREIRA APOIA EXAME DAORDEM
Comissão discute o fim do exame da OAB
Ter, 16 de Março de 2010 17:55 paula
O senador Gilvam Borges, autor do projeto, afirma que o exame é injusto
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) vai aprofundar os debates sobre a extinção do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O Projeto de Lei do Senado PLS 186/06, de autoria do senador Gilvam Borges (PMDB-AP), estabelece que o ingresso no exercício da profissão de advogado deixa deestar condicionado à aprovação nesse exame. O senador Roberto Cavalcanti (PRB-PB) é o autor do requerimento propondo a realização do debate sobre esse projeto, que tramita na CE.
Deverão ser convidados para audiência pública sobre o assunto o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, e o coordenador nacional do exame da Ordem, Walter de Agra Júnior. A data ainda será marcada.
Na justificativa do projeto, Gilvam Borges - que se encontra licenciado - argumenta que o exame é injusto, uma vez que uma grande quantidade de pessoas fica fora do mercado de trabalho, pois os índices de reprovação chegam a 70% do total de candidatos.
O exame da Ordem foi instituído em 1994. O objetivo é selecionar, pela aferição de conhecimentos jurídicos básicos, os bacharéis aptos ao exercício da advocacia.
Cultura
Na mesma reunião foi aprovado requerimento do senador José Nery (PSOL-PA), subscrito também por outros senadores, solicitando audiência pública para discutir as propostas aprovadas pela II Conferência Nacional de Cultura, realizada recentemente em Brasília. (Agência Senado)
Ter, 16 de Março de 2010 17:55 paula
O senador Gilvam Borges, autor do projeto, afirma que o exame é injusto
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) vai aprofundar os debates sobre a extinção do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O Projeto de Lei do Senado PLS 186/06, de autoria do senador Gilvam Borges (PMDB-AP), estabelece que o ingresso no exercício da profissão de advogado deixa deestar condicionado à aprovação nesse exame. O senador Roberto Cavalcanti (PRB-PB) é o autor do requerimento propondo a realização do debate sobre esse projeto, que tramita na CE.
Deverão ser convidados para audiência pública sobre o assunto o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, e o coordenador nacional do exame da Ordem, Walter de Agra Júnior. A data ainda será marcada.
Na justificativa do projeto, Gilvam Borges - que se encontra licenciado - argumenta que o exame é injusto, uma vez que uma grande quantidade de pessoas fica fora do mercado de trabalho, pois os índices de reprovação chegam a 70% do total de candidatos.
O exame da Ordem foi instituído em 1994. O objetivo é selecionar, pela aferição de conhecimentos jurídicos básicos, os bacharéis aptos ao exercício da advocacia.
Cultura
Na mesma reunião foi aprovado requerimento do senador José Nery (PSOL-PA), subscrito também por outros senadores, solicitando audiência pública para discutir as propostas aprovadas pela II Conferência Nacional de Cultura, realizada recentemente em Brasília. (Agência Senado)
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
O QUE CONSEGUIMOS E FIZEMOS PARA PLACIDO DE CASTRO VEJA AS REALIZAÇÕES
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000
Postado por LUIZ PEREIRA FALA às 10:10
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000
Postado por LUIZ PEREIRA FALA às 10:10
O QUE CONSEGUIMOS E FIZEMOS PARA PLACIDO DE CASTRO VEJA AS REALIZAÇÕES
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000
O QUE CONSEGUIMOS E FIZEMOS PARA PLACIDO DE CASTRO VEJA AS REALIZAÇÕES
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O QUE CONSEGUIMOS E FIZEMOS PARA PLACIDO DE CASTRO
VEJA AS REALIZAÇÕES
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000.
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000.
domingo, 17 de janeiro de 2010
O QUE CONSEGUIMOS E FIZEMOS PARA PLACIDO DE CASTRO
VEJA AS REALIZAÇÕES
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000.
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000.
sábado, 16 de janeiro de 2010
O QUE CONSEGUIMOS E FIZEMOS PARA PLACIDO DE CASTRO
VEJA AS REALIZAÇÕES
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000.
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000.
O QUE CONSEGUIMOS E FIZEMOS POR PLACIDO DE CASTRO
VEJA AS REALIZAÇÕES
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000.
01 – Construímos/Conseguimos:
a) – 310 casas populares em MUTIRÃO – Distribuição gratuita a pessoas pobres.
b) – Muro do Estádio Municipal,
c) – 20 Escolas nas Zonas Rural e Urbana – ( 8 em Mutirão). Inclusive as Escolas José Walmir e Sirlei Paiva.
d) – 06 Postos de Saúde ( 4 em mutirão).
e) – Ramal Luiz Pereira – linha 5 – (Em mutirão)
f) – 32 Pontes e 26 Bueiros – Através das Associações de Produtores .
g) – Pavimentação de ruas com tijolos (gerando emprego e renda) e aberturas de 30
h) – Construção do Ginásio de Esporte – Governador Edson Cadaxo.
i) – Construção do Colégio Agrícola (Escola João Ricardo) – Governador Edmundo Pinto. Francisco Moreira, vice – prefeito a época acompanhou a luta.
j) – Construção da Escola José Machado – Governador Orleir Cameli.
l) – Ampliação da Escola Franklin Roosevelt – Governador Flaviano Melo
m) –Construção do Prédio da Câmara Municipal – Governador Edmundo Pinto – Presidente Cabo Fernandes.
n) – 01 Trator de Esteira para os colonos – recursos – PRONAF – Construção de Açudes. Meta 200 açudes anos – 800 açudes em 4 anos. Objetivo: Criação de Peixe.
o) – 02 Caminhões para os Colonos – transportar produtos.
02 – Distribuímos gratuitamente:
a) – 1023 terrenos a pessoas de baixa renda . Criando Bairros Taumaturgo, Olaria, Mutitão II, III, Escolinha, João Moreira Maia, Bairro Magrão e Antonio Ramiro.
b) – Distribuimos Equipamentos Agrícolas a 46 Associações e outras entidades. (Trilhadeiras, Peladeiras de Arroz, Casas de Farinha, Engenhocas, Motores de Popa e outro equipamentos).
c) – Distribuímos Motores de Popa, Máquina de Costura, KIT Construção, KIT colono e KIT pescador.
d) – Doamos o Terreno para o SESC.
e) – Distribuímos 2.600 Dúzias de Madeira – Famílias de Baixa Renda e Entidades de Classe.
f) – Distribuímos 3.100 Folhas de Brasilite e Alumínio
g) – Distribuímos 4.500 Mudas de Laranja, Tangerinas, Limão, Abacate, Bananeiras e outros.
03 – Implantamos:
a) – Sistema de Abastecimento de Água. Atenderá até 2015 e iniciamos Campinas
b) – Criamos o Parque Ecológico em 1991 – primeiro na Amazônia.
c) – Plano de Cargos e Salários dos Professores
d) – Concurso público para 150 vagas e todos foram contratados.
e) – Serviço de TAXI – Plácido e Vila Campinas
f) – Sub – Prefeituras de Acrelandia e Campinas
h) – Núcleo da Universidade – UFAC e apoiamos as primeiras turmas de Pedagogia e lutamos pelos novos cursos junto com as associações de moradores e outras entidades de classe.
i – Atendemos 171 produtores rurais com mecanização de terra e açudes
j) – Implantamos 02 creches atendendo mais de 200 crianças
04 – Recuperamos:
a) – Prédio da Antiga Câmara para a instalação da Biblioteca Municipal
b) – 168 km de estradas vicinais
c) – Prédio da antiga LBA
d) – 08 Escolas
e) – Praça dos Seringueiros que tinha sido distribuída entre os vereadores e retornamos ao povo ( foram derrubadas as barracas)
05 - Lutamos :
a) – Recuperação da estrada AC 40 – à época totalmente abandonada
b) – Pavimentação da estrada AC 475 – Plácido Castro – Acrelandia
c) – Instalação da Agencia do Banco do Brasil
d) – Doação pelo INCRA dos terrenos da MALOCA
e) – Junto ao INCRA pela implantação da Agrovila nas terras do Triunfo.
f) – Implantação de um Projeto de Turismo em parceria com a Bolívia – encontros foram feitos tanto em Plácido de Castro, Cobija e Montevideu – à época ficou decidido a construção de uma ponte e a implantação da nova cidade na parte alta da Bolívia.
Plácido de Castro, 28 de Dezembro de 2000
Luiz Pereira – Ex-Prefeito de Plácido de Castro-Acre, período 1989/1992 e 1997/2000
Obs: Luiz Pereira, nascido no Município de Plácido de Castro – Acre, economista formado pela Universidade Federal do Acre, pós – graduado na Fundação Getulio Vargas – Rio de Janeiro, Ex-Secretario de Finanças e de Planejamento da Prefeitura de Rio Branco – Capital do Estado do Acre, Deputado Estadual pelo PDS, Presidente da Comissão de Orçamemto e Finanças da Assembléia Legislativa, Vice – Presidente da Associação dos Prefeitos do Acre, períodos 1989/1992 e 1997/2000.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
TRE informa sobre prefeitos cassados
A Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República enviou um ofício circular para todos os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) solicitando a informações relacionadas aos prefeitos cassados e os que poderiam perder o cargo.
A Justiça Eleitoral do Acre como a dos outros Estados também recebeu o documento assinado pela subchefe-adjunta de assuntos federativos, Juliana da Silva Pinto Carneiro, tendo como resposta que apenas três gestores acabaram condenados à perda de mandato.
A resposta encaminhada pelo presidente do TRE, o desembargador Arquilau de Castro Melo, afirma que tanto os prefeitos como os vices foram retirados.
O primeiro a perder o cargo foi o prefeito e o vice de Acrelândia, Vilseu Ferreira da Silva (PP) e Cesalpino Farias de Araújo, que logo após a posse acabaram retirados ao serem condenados por compra de votos.
A irregularidade foi descoberta no dia das eleições, quando um assessor do ex-gestor, que tentava a reeleição foi flagrado oferecendo dinheiro a eleitores em um hotel da cidade.
No caso de Acrelândia, os juízes decidiram dar posse ao segundo colocado no pleito, Carlos César Nunes de Araújo, o Carlinhos do PSB.
Em Feijó, a Justiça Eleitoral constatou que o prefeito cassado Juarez Leitão (PT) trocou votos por sacolões e tijolos, o que resultou na primeira eleição complementar do Estado, tendo a vitória de Raimundo Ferreira, o Dindim (PSDB).
O último gestor a ser retirado do cargo foi o prefeito de Sena Madureira, Nilson Areal (PR), que foi acusado de compra de votos e favorecimento econômico por se utilizar do cargo para conseguir a reeleição.
O presidente da Câmara, Wanderlay Zaire (PP), assumiu o cargo vago até que o TRE decida marcar a data das eleições complementares. Arquilau de Castro Melo enviou a resposta à Presidência da República, informando que não existem outros prefeitos que podem perder o mandato. (Freud Antunes)
A Justiça Eleitoral do Acre como a dos outros Estados também recebeu o documento assinado pela subchefe-adjunta de assuntos federativos, Juliana da Silva Pinto Carneiro, tendo como resposta que apenas três gestores acabaram condenados à perda de mandato.
A resposta encaminhada pelo presidente do TRE, o desembargador Arquilau de Castro Melo, afirma que tanto os prefeitos como os vices foram retirados.
O primeiro a perder o cargo foi o prefeito e o vice de Acrelândia, Vilseu Ferreira da Silva (PP) e Cesalpino Farias de Araújo, que logo após a posse acabaram retirados ao serem condenados por compra de votos.
A irregularidade foi descoberta no dia das eleições, quando um assessor do ex-gestor, que tentava a reeleição foi flagrado oferecendo dinheiro a eleitores em um hotel da cidade.
No caso de Acrelândia, os juízes decidiram dar posse ao segundo colocado no pleito, Carlos César Nunes de Araújo, o Carlinhos do PSB.
Em Feijó, a Justiça Eleitoral constatou que o prefeito cassado Juarez Leitão (PT) trocou votos por sacolões e tijolos, o que resultou na primeira eleição complementar do Estado, tendo a vitória de Raimundo Ferreira, o Dindim (PSDB).
O último gestor a ser retirado do cargo foi o prefeito de Sena Madureira, Nilson Areal (PR), que foi acusado de compra de votos e favorecimento econômico por se utilizar do cargo para conseguir a reeleição.
O presidente da Câmara, Wanderlay Zaire (PP), assumiu o cargo vago até que o TRE decida marcar a data das eleições complementares. Arquilau de Castro Melo enviou a resposta à Presidência da República, informando que não existem outros prefeitos que podem perder o mandato. (Freud Antunes)
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Comando da PM se nega a apurar denúncias contra oficial comandante de Plácido de Castro
13/01/2010 - 06:59
Os vereadores de Plácido de Castro-AC, ainda esperam por uma resposta do comandante geral da Policia Militar, coronel Romário Célio, à uma solicitação feita em outubro do ano passado.
No documento subscrito pelos nove vereadores que compõem a câmara municipal, o coronel é informado sobre possíveis ações desabonadoras à conduta do comandante do pelotão da PM naquela cidade, como perseguições à pessoas e abuso de autoridade.
O comportamento fora dos padrões do oficial José Jamisson de Paiva Néri, segundo os vereadores, requer pelo menos uma sindicância por parte do comando geral da PM do Acre.
Os vereadores também não obtiveram nenhuma resposta da secretária de segurança, Márcia Regina, que recebeu documento com o mesmo teor.
O presidente da câmara, Edvaldo da Costa Melo [PT], informou que caso as autoridades da área continuem se negando a apurar as denúncias contra o oficial comandante do pelotão da PM de Plácido de Castro, os vereadores vão denunciar o caso ao Ministério Público Estadual.
Roberto Vaz - Da redação de ac24horas
Rio Branco, Acre
Os vereadores de Plácido de Castro-AC, ainda esperam por uma resposta do comandante geral da Policia Militar, coronel Romário Célio, à uma solicitação feita em outubro do ano passado.
No documento subscrito pelos nove vereadores que compõem a câmara municipal, o coronel é informado sobre possíveis ações desabonadoras à conduta do comandante do pelotão da PM naquela cidade, como perseguições à pessoas e abuso de autoridade.
O comportamento fora dos padrões do oficial José Jamisson de Paiva Néri, segundo os vereadores, requer pelo menos uma sindicância por parte do comando geral da PM do Acre.
Os vereadores também não obtiveram nenhuma resposta da secretária de segurança, Márcia Regina, que recebeu documento com o mesmo teor.
O presidente da câmara, Edvaldo da Costa Melo [PT], informou que caso as autoridades da área continuem se negando a apurar as denúncias contra o oficial comandante do pelotão da PM de Plácido de Castro, os vereadores vão denunciar o caso ao Ministério Público Estadual.
Roberto Vaz - Da redação de ac24horas
Rio Branco, Acre
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Redução no FPM força James Gomes a terceirizar Carnaval
12/01/2010 - 11:45
O prefeito de Senador Guiomard, James Gomes, convocou seu secretariado para anunciar nova redução no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em 19%.
Durante o encontro o prefeito apresentou ao primeiro escalão quadro comparativo dos repasses do município de 2008 a 2010. "Em comparação a 2008, o município perdeu cerca de R$ 50 mil no primeiro repasse do ano (realizado todo dia 10)", informou James. A preocupação do gestor público é que esta queda acentuada se repita no decorrer de 2010, prejudicando ainda mais o crescimento de Senador Guiomard, que em 2009 teve redução nos repasses em mais de R$ 500 mil.
"Com este cenário que se apresenta logo no início do ano será necessária contenção de despesa desde agora para garantir o pagamento dos funcionários e fornecedores", acrescentou Gomes.
O reflexo da diminuição no repasse do FPM já foi sentido na realização do Carnaval, festa tradicional no Quinari. Na segunda-feira à tarde o prefeito reuniu-se com comerciantes locais e anunciou o afastamento da prefeitura na organização do evento e a terceirização da festa. "Esta medida é importante para garantir as finanças da Prefeitura e para não acabar com a festividade estamos entregando à iniciativa privada", informou James Gomes à comissão de lojistas.
Em 2009 para garantir a Folha de Pagamento e as despesas mensais da Prefeitura, o executivo municipal cortou em 30% o salário de secretários, prefeito e vice-prefeita durante seis meses, cancelou contratos para aluguel de veículos e demitiu cargos comissionados.
De acordo com os dados da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a queda no repasse é reflexo da mudança no cronograma das restituições do Imposto de Renda em 2009 e também das políticas de desonerações do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) implementadas pelo governo federal.
O prefeito de Senador Guiomard, James Gomes, convocou seu secretariado para anunciar nova redução no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em 19%.
Durante o encontro o prefeito apresentou ao primeiro escalão quadro comparativo dos repasses do município de 2008 a 2010. "Em comparação a 2008, o município perdeu cerca de R$ 50 mil no primeiro repasse do ano (realizado todo dia 10)", informou James. A preocupação do gestor público é que esta queda acentuada se repita no decorrer de 2010, prejudicando ainda mais o crescimento de Senador Guiomard, que em 2009 teve redução nos repasses em mais de R$ 500 mil.
"Com este cenário que se apresenta logo no início do ano será necessária contenção de despesa desde agora para garantir o pagamento dos funcionários e fornecedores", acrescentou Gomes.
O reflexo da diminuição no repasse do FPM já foi sentido na realização do Carnaval, festa tradicional no Quinari. Na segunda-feira à tarde o prefeito reuniu-se com comerciantes locais e anunciou o afastamento da prefeitura na organização do evento e a terceirização da festa. "Esta medida é importante para garantir as finanças da Prefeitura e para não acabar com a festividade estamos entregando à iniciativa privada", informou James Gomes à comissão de lojistas.
Em 2009 para garantir a Folha de Pagamento e as despesas mensais da Prefeitura, o executivo municipal cortou em 30% o salário de secretários, prefeito e vice-prefeita durante seis meses, cancelou contratos para aluguel de veículos e demitiu cargos comissionados.
De acordo com os dados da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a queda no repasse é reflexo da mudança no cronograma das restituições do Imposto de Renda em 2009 e também das políticas de desonerações do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) implementadas pelo governo federal.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Presidente da Fecomércio chama diretores da Eletroacre e Eletronorte de irresponsáveis
Presidente da Fecomércio chama diretores da Eletroacre e Eletronorte de irresponsáveis Imprimir E-mail
11/01/2010 - 08:54
O Presidente da Federação da Comércio do Acre, Leandro Domingos, disse agora a pouco á reportagem de ac24horas, que vai reunir todo setor comercial do estado as Federações da agricultura e pecuária de todos os municípios, para elaborar um documento forte e dar entrada no Ministério Público Federal contra a Companhia de Eletricidade do Acre - Eletroacre, e as Centrais Elétricas do Norte do Brasil - Eletronorte, por causa do apagão registrado na última sexta-feira, 08, quando 70% de todo o estado ficou sem energia elétrica por mais de cinco horas.
Ainda muito irritado com o problema do apagão, Leandro Domingos disse que os prejuízos causados foram incalculáveis em todos os setores da economia acreana. "O que essa Eletroacre e a Eletronorte estão fazendo com a gente é um absurdo, uma falta de responsabilidade, uma pouca vergonha mesmo esse tipo de serviço prestado por essas companhias. Nós vamos estar pedindo junto ao MPF indenização pelos danos. Não só pelo apagão, mas essas quedas constantes de energia. A nossa energia é a pior do Brasil. Basta dar um vento forte que tudo fica sem energia. Alguém tem que tomar uma providencia. Estamos cansados de tantos prejuízos e não vê uma resposta satisfatória", lamentou.
Paralelo a ação do MPF, Leandro disse ainda, que na tarde de hoje, vai estar reunindo todo departamento jurídico da Fecomércio para elaborar um documento que será entregue a todos os comerciantes e empresários, orientando-os como poderão estar pedindo indenização por qualquer prejuízo causado pela Eletroacre durante essas quedas constantes de energia.
Da redação de ac24horas
11/01/2010 - 08:54
O Presidente da Federação da Comércio do Acre, Leandro Domingos, disse agora a pouco á reportagem de ac24horas, que vai reunir todo setor comercial do estado as Federações da agricultura e pecuária de todos os municípios, para elaborar um documento forte e dar entrada no Ministério Público Federal contra a Companhia de Eletricidade do Acre - Eletroacre, e as Centrais Elétricas do Norte do Brasil - Eletronorte, por causa do apagão registrado na última sexta-feira, 08, quando 70% de todo o estado ficou sem energia elétrica por mais de cinco horas.
Ainda muito irritado com o problema do apagão, Leandro Domingos disse que os prejuízos causados foram incalculáveis em todos os setores da economia acreana. "O que essa Eletroacre e a Eletronorte estão fazendo com a gente é um absurdo, uma falta de responsabilidade, uma pouca vergonha mesmo esse tipo de serviço prestado por essas companhias. Nós vamos estar pedindo junto ao MPF indenização pelos danos. Não só pelo apagão, mas essas quedas constantes de energia. A nossa energia é a pior do Brasil. Basta dar um vento forte que tudo fica sem energia. Alguém tem que tomar uma providencia. Estamos cansados de tantos prejuízos e não vê uma resposta satisfatória", lamentou.
Paralelo a ação do MPF, Leandro disse ainda, que na tarde de hoje, vai estar reunindo todo departamento jurídico da Fecomércio para elaborar um documento que será entregue a todos os comerciantes e empresários, orientando-os como poderão estar pedindo indenização por qualquer prejuízo causado pela Eletroacre durante essas quedas constantes de energia.
Da redação de ac24horas
domingo, 10 de janeiro de 2010
Administração de Nilson Areal vira caso de polícia
Os desmandos administrativos registrados no município de Sena Madureira durante o mandato do prefeito cassado, Nilson Areal (PR), viraram caso de polícia e traz a tona uma série de escândalos já anunciados por seus opositores. No entanto, o número de inimigos de Areal vem aumentando, e as comprovações de irregularidades também.
A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar as possíveis irregularidades na execução do convênio entre a Prefeitura de Sena Madureira e o Ministério da Defesa, para a construção do Estádio Marreirão, na administração de Nilson Areal.
O delegado Agnaldo Medonça Alves já intimou o ex-prefeito para comparecer à sede da Polícia Federal no Acre, no dia 11 de março deste ano, quando prestará depoimento a respeito das acusações de desvio de verbas federais.
Nos últimos dias um grupo de vereadores do município encaminhou ao Ministério Público Federal denúncia de desvio de verbas federais contra Areal. A documentação aponta que parte considerável de R$ 1.491.371,89 do convênio 034/2007, firmado entre a Prefeitura e o Ministério da Defesa em 2007, foi desviada.
O dinheiro deveria ser usada para asfaltamento e drenagem de sete ruas, mas as ruas permanecem na lama, e os moradores reclamam das promessas não cumpridas e da situação caótica em que se encontram os bairros da cidade.
Numa investigação minuciosa feita pela Polícia Federal e também já denunciada ao Ministério Público Federal (MPF), o principal beneficiado do esquema de malversação do dinheiro público seria Francisco Furtado d'Ávila, conhecido como Chico Conegune.
Ele é dono da construtora Madureira e responde a inquérito na Polícia Federal por coagir testemunhas a prestar depoimento favorável a Nilson Areal no processo que o cassou junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Relatório comprova liberação de verba e execução de obra não realizada
nilson_100110.jpgO relatório enviado ao MPF comprova que foram liberados R$ 1.484.556,29, referentes a dois contratos com a empreiteira de Chico Conegune (contrato 009/09, de 8 de junho de 2009, no valor de 376,497,54 e contrato 017/2009, de 10 de agosto de 2009, no valor de 1.114.874,35). No entanto, pouco tempo antes da denúncia ao MPF, a qual ocorreu em 18 de novembro do ano passado, havia saldo remanescente de apenas R$ 6.815,60, segundo o extrato bancário.
Nos documentos, constam a execução das obras do contrato 017/2009 e os pagamentos à empresa vencedora da licitação. Entretanto, ao visitar os locais indicados, não se observa nenhum asfalto ou drenagem. Seis ruas receberam pavimentação somente no papel (Miriam Chaves, Projetada, Nunes Simão Jorge, José Cezar da Silva, Alaíce Miranda, Almeida Brito). A única rua que realmente está asfaltada é parte da Siqueira Campos.
O engenheiro Janderson Pontes de Assis, da Construtora Madureira, assinou boletins de medição de serviços informando que nas seis ruas houve limpeza mecanizada dos terrenos, aquisição de placas prontas e assentamento, transporte e descarga de material de construção, asfalto, drenagem e obras de contenção (meios-fios, sarjetas e caiação), etc.
Pagamento antecipado mostra ilegalidades
Um relatório técnico de um perito contratado pelos vereadores de Sena Madureira comprovou também que houve pagamento antecipado à empresa de Chico Congune, além de direcionamento para construtora e várias incorreções na documentação dos pagamentos.
As notas fiscais, por exemplo, estão sem o recolhimento do Imposto Sobre o Serviço (ISS), há diferença de valor da nota de pagamento para a nota fiscal e o pagamento por meio de cheque, além da inexistência de assinatura do prefeito e do secretário de Obras na época, Davi Moreira, para atestar as notas fiscais.
Mesmo tendo feito pagamento adiantado e informado que as obras estavam feitas, estranhamente Nílson Areal pediu no dia 21 de setembro prorrogação do prazo de vencimento do convênio com o Ministério da Defesa. A vigência do prazo seria até o dia 2 de novembro de 2009, mas Areal queria estender para fevereiro de 2010. Segundo ele, a firma vencedora da licitação tinha desistido dos serviços, o que precisaria fazer um novo processo licitatório.
O gerente do Programa Calha Norte, Roberto de Medeiros Dantas, negou a prorrogação, pois há uma exigência de pelos menos 45 dias antes para solicitar alteração de convênios.
Cadê o asfalto?
"Os moradores querem saber onde estão os 131 mil reais destinados a essa rua. Asfalto não chegou. A Prefeitura diz que pagou a firma, mas a firma diz que não recebeu nenhum dinheiro", desabafa a professora Raimunda Nonata da Silva, 29 anos,
A mesma reclamação se ouve na Rua José Cezar. Segundo o professor Antônio José Muniz de Oliveira, 28, ele nunca viu uma máquina asfaltar o local onde vive. "Nem prometeram asfaltar aqui. Só prometeram uma rua perto daqui", registra. "Não temos sequer coleta de lixo".
"Existia um acordo entre a Prefeitura e eu, que não posso contar", revela empreiteiro
Dinheiro na mão é vendaval
Parte do dinheiro liberado pelos governos federal e estadual para a reconstrução do estádio Marreirão teve destino desconhecido, conforme mostram as notas fiscais e outros documentos da Prefeitura de Sena Madureira entregues ao Ministério Público Federal pelos vereadores Josandro Cavalcante, Zenil Chaves e Caju Diniz.
De acordo com o relatório enviado pelos vereadores ao MPF, diante do que foi especificado no contrato, a firma Serviços de Edificações LTDA- SEV - não poderia receber pagamentos relacionados aos serviços de eletricidade nem os da construção de túnel, a não ser que existisse algum aditivo que estivesse especificado no edital de licitação da obra.
"É estranho a medição da elétrica no valor de R$ 69.181,40. A nota fiscal de número 0054 de 20/05/2008, que deveria estar conforme a medição, refere-se ao pagamento de serviços prestados na construção e reforma de arquibancadas", diz um trecho do relatório.
Com relação ao pagamento da nota fiscal 0039, de R$ 381.725,70, o relatório constata: "Se o serviço foi realizado, sua legalidade de como foi executado o pagamento à firma um dia após a assinatura do contrato e da emissão da ordem de serviço (19/11/07) deixa claro que o pagamento antecipado beneficiou a empresa, contrariando a legislação".
"Há indícios que confirmam muitas irregularidades na execução do convênio firmado entre a empresa SEV e a Prefeitura de Sena Madureira. O prazo para sua execução expirou em 3 de novembro de 2009", lembra o vereador Josandro Cavalcante.
Da redação, com informações da Agência Contilnet
A Polícia Federal instaurou inquérito para investigar as possíveis irregularidades na execução do convênio entre a Prefeitura de Sena Madureira e o Ministério da Defesa, para a construção do Estádio Marreirão, na administração de Nilson Areal.
O delegado Agnaldo Medonça Alves já intimou o ex-prefeito para comparecer à sede da Polícia Federal no Acre, no dia 11 de março deste ano, quando prestará depoimento a respeito das acusações de desvio de verbas federais.
Nos últimos dias um grupo de vereadores do município encaminhou ao Ministério Público Federal denúncia de desvio de verbas federais contra Areal. A documentação aponta que parte considerável de R$ 1.491.371,89 do convênio 034/2007, firmado entre a Prefeitura e o Ministério da Defesa em 2007, foi desviada.
O dinheiro deveria ser usada para asfaltamento e drenagem de sete ruas, mas as ruas permanecem na lama, e os moradores reclamam das promessas não cumpridas e da situação caótica em que se encontram os bairros da cidade.
Numa investigação minuciosa feita pela Polícia Federal e também já denunciada ao Ministério Público Federal (MPF), o principal beneficiado do esquema de malversação do dinheiro público seria Francisco Furtado d'Ávila, conhecido como Chico Conegune.
Ele é dono da construtora Madureira e responde a inquérito na Polícia Federal por coagir testemunhas a prestar depoimento favorável a Nilson Areal no processo que o cassou junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Relatório comprova liberação de verba e execução de obra não realizada
nilson_100110.jpgO relatório enviado ao MPF comprova que foram liberados R$ 1.484.556,29, referentes a dois contratos com a empreiteira de Chico Conegune (contrato 009/09, de 8 de junho de 2009, no valor de 376,497,54 e contrato 017/2009, de 10 de agosto de 2009, no valor de 1.114.874,35). No entanto, pouco tempo antes da denúncia ao MPF, a qual ocorreu em 18 de novembro do ano passado, havia saldo remanescente de apenas R$ 6.815,60, segundo o extrato bancário.
Nos documentos, constam a execução das obras do contrato 017/2009 e os pagamentos à empresa vencedora da licitação. Entretanto, ao visitar os locais indicados, não se observa nenhum asfalto ou drenagem. Seis ruas receberam pavimentação somente no papel (Miriam Chaves, Projetada, Nunes Simão Jorge, José Cezar da Silva, Alaíce Miranda, Almeida Brito). A única rua que realmente está asfaltada é parte da Siqueira Campos.
O engenheiro Janderson Pontes de Assis, da Construtora Madureira, assinou boletins de medição de serviços informando que nas seis ruas houve limpeza mecanizada dos terrenos, aquisição de placas prontas e assentamento, transporte e descarga de material de construção, asfalto, drenagem e obras de contenção (meios-fios, sarjetas e caiação), etc.
Pagamento antecipado mostra ilegalidades
Um relatório técnico de um perito contratado pelos vereadores de Sena Madureira comprovou também que houve pagamento antecipado à empresa de Chico Congune, além de direcionamento para construtora e várias incorreções na documentação dos pagamentos.
As notas fiscais, por exemplo, estão sem o recolhimento do Imposto Sobre o Serviço (ISS), há diferença de valor da nota de pagamento para a nota fiscal e o pagamento por meio de cheque, além da inexistência de assinatura do prefeito e do secretário de Obras na época, Davi Moreira, para atestar as notas fiscais.
Mesmo tendo feito pagamento adiantado e informado que as obras estavam feitas, estranhamente Nílson Areal pediu no dia 21 de setembro prorrogação do prazo de vencimento do convênio com o Ministério da Defesa. A vigência do prazo seria até o dia 2 de novembro de 2009, mas Areal queria estender para fevereiro de 2010. Segundo ele, a firma vencedora da licitação tinha desistido dos serviços, o que precisaria fazer um novo processo licitatório.
O gerente do Programa Calha Norte, Roberto de Medeiros Dantas, negou a prorrogação, pois há uma exigência de pelos menos 45 dias antes para solicitar alteração de convênios.
Cadê o asfalto?
"Os moradores querem saber onde estão os 131 mil reais destinados a essa rua. Asfalto não chegou. A Prefeitura diz que pagou a firma, mas a firma diz que não recebeu nenhum dinheiro", desabafa a professora Raimunda Nonata da Silva, 29 anos,
A mesma reclamação se ouve na Rua José Cezar. Segundo o professor Antônio José Muniz de Oliveira, 28, ele nunca viu uma máquina asfaltar o local onde vive. "Nem prometeram asfaltar aqui. Só prometeram uma rua perto daqui", registra. "Não temos sequer coleta de lixo".
"Existia um acordo entre a Prefeitura e eu, que não posso contar", revela empreiteiro
Dinheiro na mão é vendaval
Parte do dinheiro liberado pelos governos federal e estadual para a reconstrução do estádio Marreirão teve destino desconhecido, conforme mostram as notas fiscais e outros documentos da Prefeitura de Sena Madureira entregues ao Ministério Público Federal pelos vereadores Josandro Cavalcante, Zenil Chaves e Caju Diniz.
De acordo com o relatório enviado pelos vereadores ao MPF, diante do que foi especificado no contrato, a firma Serviços de Edificações LTDA- SEV - não poderia receber pagamentos relacionados aos serviços de eletricidade nem os da construção de túnel, a não ser que existisse algum aditivo que estivesse especificado no edital de licitação da obra.
"É estranho a medição da elétrica no valor de R$ 69.181,40. A nota fiscal de número 0054 de 20/05/2008, que deveria estar conforme a medição, refere-se ao pagamento de serviços prestados na construção e reforma de arquibancadas", diz um trecho do relatório.
Com relação ao pagamento da nota fiscal 0039, de R$ 381.725,70, o relatório constata: "Se o serviço foi realizado, sua legalidade de como foi executado o pagamento à firma um dia após a assinatura do contrato e da emissão da ordem de serviço (19/11/07) deixa claro que o pagamento antecipado beneficiou a empresa, contrariando a legislação".
"Há indícios que confirmam muitas irregularidades na execução do convênio firmado entre a empresa SEV e a Prefeitura de Sena Madureira. O prazo para sua execução expirou em 3 de novembro de 2009", lembra o vereador Josandro Cavalcante.
Da redação, com informações da Agência Contilnet
Assinar:
Postagens (Atom)